O médico já informou o problema ao Ministério de Saúde e à coordenação do Programa Mais Médicos, porém não recebeu nenhuma resposta. Para Azevedo, que reside em Casa Nova, ele está sendo vítima de perseguição política. “Está claro que é perseguição política, porque não acompanhei ele na eleição passada. Ele só quer trabalhando os apadrinhados dele”, afirmou Azevedo. De acordo com o médico, é fundamental que o Termo assinado seja entregue ao Ministério da Saúde para começar a trabalhar.
Ao receber a denúncia, o presidente do Sindimed, Francisco Magalhães se comprometeu a encaminhar um ofício ao Ministério Público Estadual, Ministério Público Federal, Ministério da Saúde e para a Procuradoria Geral da República solicitando providências. Magalhães ainda ressalta que a assessoria jurídica do sindicato está à disposição do médico para garantir o direito do exercício da profissão.






























