Destituído da embaixada em La Paz, por haver ajudado o senador asilado Roger Molina a fugir para o Brasil, o ministro Eduardo Sabóia foi removido para a sede do Ministério das Relações Exteriores, em Brasília, e nem sequer foi autorizado a voltar a Bolívia para reencontrar a família e providenciar a mudança. Sua mulher continua em La Paz com dois filhos pequenos, sem assistência ou proteção da embaixada.
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Já esqueceram
Eduardo Sabóia não é “persona non grata” na Bolívia. Evo Morales parece aliviado por se livrar da oposição de Roger Molina.
Destino
O Itamaraty quer Eduardo Sabóia trabalhando no setor de economia e finanças, sua especialidade. Mas ele quer ir para o escritório do Rio.
Bola no chão
A visita do diplomata a políticos de oposição irritou o governo. Colegas de Eduardo Sabóia sugerem “baixar a bola”, em tempos de sindicância. (Clique AQUI e leia a íntegra da Coluna de Cláudio Humberto)
































