
Dentre as denúncias feitas pelo parlamentar está o mau funcionamento do FIPLAN – Sistema Integrado de Planejamento, Contabilidade e Finança e do portal Transparência Bahia, o que inviabiliza a fiscalização das contas do Estado, além do uso indevido de verbas vinculadas para cobrir despesas de fontes não vinculadas (fonte 00), irregularidades quanto à aplicação da arrecadação de Royalties e o descumprimento de decisões judiciais que causa insegurança jurídica.
“A reunião foi de grande relevância para o interesse público, e que irá repercutir na tomada de providências concretas, já que houve um consenso em relação a gravidade e das respectivas medidas a serem implementadas”, declarou Gaban
Participaram também da reunião a promotora Rita Tourinho, coordenadora do Grupo Especial de Defesa do Patrimônio Público e Moralidade Administrativa (GEPAM); o procurador-geral de Contas, Maurício Caleffi; e Sandro Moreno, advogado da bancada da minoria da Assembléia Legislativa da Bahia.































Que a investigação seja feita de forma séria e honesta e sem lentidão. E que se possa chegar a conclusão da vericidade ou não das acusações com as devidas providências cabíveis.