
— Ele não pegaria regime fechado; ele pegaria semiaberto. Iria para uma colônia agrícola especial, por exemplo, trabalhando durante o dia e dormindo no local à noite. Mas, se não houver vaga em regime semiaberto, ele poderá ir para prisão domiciliar. Acredito que, nesse caso, ele [Dirceu] ainda receberá benefícios. Há uma grande chance de ele escapar da prisão.
Leia mais notícias de Brasil e Política
O professor de direito constitucional da Universidade Mackenzie João Antonio Wiegerinck tem visão diferente. Para ele, mesmo se aceitarem analisar novamente as penas, por meio dos embargos infringentes, os ministros não devem alterar o que já foi decidido.
— Uma coisa é você aceitar o exame, outra coisa é você mudar o que já foi decidido. Os ministros devem manter as penas. (Kamilla Dourado, do R7)

































Não basta sermos todos iguais perante a lei, se a lei não for igual perante todos!
Enquanto China e Índia estão punindo seus corruptos de colarinho branco com prisão perpétua e pena de morte para valorizar seus países, o Brasil está querendo beneficiar seus corruptos.