
É um bom sinal que nos bastidores do segmento publicitário surja um movimento para fazer crer que o prefeito ACM Neto está com “problemas de comunicação”. Isso significa que a Prefeitura não está gastando com propaganda como se esperava, pelo menos nesta fase inicial da gestão.
Salvador, na teoria desses mesmos setores, não está tomando conhecimento do trabalho que o prefeito desenvolve na cidade, ao contrário da população baiana, muito bem informada das realizações do governo Jaques Wagner. No entanto, é a popularidade do prefeito que está lá em cima, não a do governador.
Caminho livre para desvio legal de dinheiro – Não se sabe se a Prefeitura tem gasto menos por filosofia ou por falta de dinheiro, mas vem mostrando até aqui uma postura parcimoniosa, pelo menos aos olhos e ouvidos de telespectadores, ouvintes e leitores.
As campanhas que promoveu dizem respeito à legítima informação à população, como nas peças produzidas sobre pagamento de impostos e modificações de tráfego, o que talvez não esteja sendo suficiente para aplacar a sede do “mercado”.
Por outro lado, tranquiliza-se o contribuinte soteropolitano com essa economia, porque, em muitos casos, a publicidade é uma forma de que governos dispõem para o desvio, digamos, legal de recursos, e sem a famosa “orgia” isso fica mais contido.
Lei não conseguiu vedar impessoalidade – A propaganda de governos, no Brasil, é algo a ser profundamente repensado neste momento em que o país faz um amplo questionamento público de seus princípios e práticas.
Antes largamente usada para promoção de governantes, teve essa anomalia proibida pela lei, mas a verdade é que uma administração está vinculada ao seu titular, e ao se fazer proselitismo de uma se está, necessariamente, contribuindo para a imagem do outro.
Quando paga com dinheiro público, a propaganda tem de limitar-se, é óbvio, ao interesse público, devendo, portanto, passar longe da pessoalidade tanto quanto isso seja possível.
Quanto ao efeito em si dos anúncios, é difícil que, em matéria de gestão pública, mensagens sejam mais convincentes que a realidade, uma vez que, rigorosamente, um bom governo é um ideal que se consuma, não um produto a ser vendido. (Por Escrito)
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Gastos com publicidades deve ser reduzido por lei especifica e dura. O povo no dia a dia sabe se o trabalho estar sendo feito.
Quem é o parlamentar que assumi a missão de emplacar a lei para votação?
Lei para limitar uso de dinheiro público em publicidade oficial dos governos urgente.
Qual o deputado que se atreve?
O povo sabe ver na pratica quando o trabalho estar sendo executado. É claro que divulgações importantes são necessárias.