Irritada com a revelação de que foi alvo de monitoramento por parte da Agência Nacional de Segurança Nacional dos EUA (NSA), a presidente Dilma Rousseff ameaça cancelar a visita oficial àquele país, em outubro. Antes disso, ela usará a tribuna da Assembleia-Geral da ONU, dia 24, em Nova York, para cobrar ação internacional contra a violação de telefonemas e correspondências eletrônicas.
A presidente cogita até mesmo chamar o embaixador brasileiro nos EUA, Mauro Vieira, caso Barack Obama não dê “explicações convincentes” nem se desculpe pela espionagem. Tanto o cancelamento da visita aos EUA como a retirada do embaixador representariam uma crise diplomática sem precedentes. Dilma ainda avalia a conveniência desses gestos.
Ela levará o assunto à reunião do G-20, quinta e sexta-feira, na Rússia, e ao encontro dos Brics, fórum formado por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul. (Estadão)































Essa é uma decisão que tem que ser muito bem pensada. Todos conhecem muito bem o peso dos Estados Unidos na economia mundial. Ficar isolado dos Estados Unidos é um senhor tiro no pé. Espionagem entre paises vem acontecendo desde a idade média, não é coisa recente. A espionagem industrial, cientifica, de segurança, entre tantos outros tipos é coisa corriqueira entre os paises. O Brasil tem que começar a voltar-se para fora. Atualmente os seus serviços de inteligencia lidam somente com assuntos internos: manifestações, MST, movimentos dos sem teto, entre outros. Vamos nos capacitar para espionar também os paises do G7. É uma tarefa árdua, mas quem sabe um dia se chega lá.
EXCELENTE. ASSIM ECONOMISA NOSSO DINHEIRO NA VIGENS DA CUMPANHEIRADA E AS ROUBALHEIRAS DE VIAGENS.