
Entrevistado pelo jornal A Tarde, Otto Alencar foi taxativo ao afirmar que tudo é causado pela excessiva burocracia provocada pela centralização do poder político em Brasília e a grande quantidade de órgãos de fiscalização.
“O pior é que o dinheiro está lá (no DNIT), e eles sabem o caminho para fazer andar essas obras na Bahia”. O caminho, conforme Otto são convênios com o Departamento de Estradas e Rodagens da Bahia (Derba) para executar as obras.
Para este ano, a taxa de execução do orçamento desabou: dos R$ 983,122 milhões, do Dnit para a Bahia, só chegou até o momento R$ 3,2 milhões, ou seja 0,3%. A maior dotação nas listas dos três anos citados é o item ?”Manutenção de Trechos Rodoviários?”. Da recuperação de rodovias, que previa em 2012 a destinação de R$ 266,4 milhões, só foram pagos R$ 32,7 milhões.































