
“Apesar de a Associação considerar extremamente relevante trazer ao conhecimento do público o tema, e entender a licença poética do autor ao conduzir a trama, a entidade alerta para o fato de o linfoma de Hodgkin (LH) estádio IV não ser invariavelmente fatal, como alardeado na novela, mas, justamente o contrário, doença altamente curável. De acordo com o diretor da ABHH, Carlos Chiattone, o LH foi o primeiro dos tumores sólidos a ser curado de forma consistente na história da oncologia, sendo que hoje com os tratamentos atuais, mesmo os casos avançados alcançam taxas de cura acima de 80%. Nos casos de diagnóstico mais precoce, a cura pode chegar acima dos 90%, taxa superior inclusive a doenças não neoplásicas”.
Após decidir por não raspar os cabelos de Marina em cena, o autor Walcyr Carrasco contou que estava escrevendo uma história bonita para a personagem. Ela morre no dia de seu casamento com Thales (Ricardo Tozzi), mas continuará aparecendo em visões do rapaz.(O Globo)


























