Empregados da Infraero informaram ao Diário do Poder que após a matéria divulgada na coluna do Cláudio Humberto, informando que marajás da empresa reajustaram salários em 26%, há um “rebuliço” total. Segundo um funcionário da empresa, que pediu para não ser identificado, a greve marcada para o dia 31 deste mês, que não tinha unanimidade, ganhou mais adeptos, após a publicação.
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“Empregados indignados torcem para que o ministro Moreira Franco (Secretaria de Aviação Civil) exonere todos os diretores e demita o presidente da Infraero, Gustavo do Vale. O comentário é geral e a adesão à greve do dia 31 deste mês cresceu por conta do ódio à direção da empresa, que semanas antes em e-mail dirigido aos empregados, avisou que as negociações para o aumento seria quase impossível, e convocou a todos a entender que a empresa tinha que conter os custos, mas pelo visto, a regra não valia para eles”, afirmou o funcionário. (Diário do Poder)

































BOM DIA. Sobre a greve da INFRAERO, teço os seguintes comentários:
Os gestores da INFRAERO, sabem perfeitamente onde está a fórmula e/ou procedimentos para acabar com o desequilíbrio entre receita e despesas da Empresa, o qual está impactando negativamente na aprovação do ACT/2013, senão vejamos:
? Com a concessão de três dos maiores aeroportos, a Empresa realmente perdeu em torno de 35% de suas receitas e fatalmente essa percentagem irá aumentar considravelmente com a concessão prevista para outubro/2013 de outros dois maiores aeroportos que são o do Galeão/RJ e Confins/MG;
? Para fazer face essas grandes perdas, a Empresa tem que se adequar a uma nova sistemática, ou seja, cortar gorduras na própria carne, extinguindo as superintendências regionais (porque com a concessão dos cinco maiores aeroportos, não faz mais sentido as superintendências regionais na estrutura da INFRAERO), ficando no lugar delas, o maior aeroporto da região, como hub administrativo e a grande enxurrada de funções gratificadas existentes nos aeroportos da rede, agrupando-as em todos os sessenta e dois (62) aeroportos restantes, como por exemplo: Hoje nós temos nas estruturas organizacionais, Gerência de Administração, Gerência de Finanças, Gerência Comercial, Gerência de Operações, Gerência de Segurança Aeroportuária, Gerência de Engenharia e Gerência de Manutenção, as quais passariam para Gerência de Administração, Finanças e Comercial; Gerência de Operações e Segurança Aeroportuária e Gerência de Engenharia e Manutenção.
? Aplicando-se essa sugestão em todos os aeroportos da rede, teremos uma considerável economia, a qual permitiria além de equilibrar receitas e despesas, aumentar significativamente os valores faciais de todos os benefícios e ainda atender os anseios de todos os empregados da INFRAERO, com relação ao aumento salarial e ganhos reais.
Atenciosamente,
(a) Miguel Monteiro Costa
Profissional de Serviços Aeroportuários e Administrador de Empresas