* As informações e opiniões publicadas nesta coluna são de responsabilidade exclusiva do autor e, necessariamente, não refletem a posição do Jornal da Mídia.
Acusada de desinformada e por deixar o governo ser surpreendido pelas manifestações de rua, a Agência Brasileira de Inteligência (Abin) se defende. Dirigentes arapongas garantem (em off, claro) que enviam ao Planalto informes que nem sempre contêm boas notícias, por isso não são entregues à presidenta pelo general José Elito, do Gabinete de Segurança Institucional (GSI). É que ele morreria de medo de Dilma.
Toma que o filho é teu – José Elito sempre devolve à Abin informes sobre temas graves, e pede mais detalhes. Afinal, sem informe, não há despacho com Dilma.
Cautela e caldo de galinha – Amigos do general o consideram cauteloso. Pelo sim, pelo não, o chefe do GSI não mantém despacho privado com a presidenta há meses.
Sim, senhora – O chefe do GSI começou mal no governo, quando Dilma o obrigou a desdizer o que de fato havia dito, contra a Comissão da Verdade.
Aqui, não – Dilma não parece ter o general em alta conta. Assessores palacianos relatam que certa vez ela o expulsou do seu elevador privativo. (Coluna de Cláudio Humberto)
Leia também:






























A Presidenta Dilma Rousseff, apesar de ser vítima das torturas no regime militar (1964-1985), mantém simpatizantes do período autoritário em cargos comissionados relevantes da Administração Federal, por exemplo no GSI e na ABIN, a Agência de Inteligência (sic) do Governo Federal. Em 9 de junho de 2013, o presidente da Comissão Estadual da Verdade do Rio de Janeiro e da Comissão Nacional de Direitos Humanos da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Wadih Damous, pediu a demissão do Diretor Geral adjunto da ABIN, Ronaldo Martins Belham, devido ao fato deste ser filho do general da reserva Antonio Nogueira Belham, chefe do DOI-Codi do Rio de Janeiro na época em que o então deputado federal Rubens Paiva foi assassinado, em 1971, após ter sido preso no Rio de Janeiro.
A Presidenta Dilma Rousseff poderia começar a chacoalhar os órgãos vinculados diretamente à Presidência da República, como por exemplo o GSI e a ABIN, a Agência de Inteligência (sic) do Governo Federal, que é ligada ao GSI, comandado pelo general José Elito Carvalho Siqueira, o desinformado-mór da Nação. A ABIN é um bicho (ou monstro) estranho na atual conjuntura do Estado, pois gasta mais de R$ 500 milhões anualmente e é um órgão cheio de maracutaias. Uma delas é ser o órgão central da venda de certidões falsas do INSS. Uma pesquisa simples no site da Justiça Federal de Belém do Pará, pelo nome do réu condenado à pena de reclusão, RAIMUNDO RIBEIRO DE ARAUJO FILHO, Processo Penal JFPA nº 18404-25.2010.4.01.3900, vai confirmar essa péssima notícia para a Presidenta Dilma.