
De acordo com o governador, uma série de iniciativas foi adotada para que o valor não sofresse alteração: a redução do repasse à Artesp (Agência de Transportes do Estado de São Paulo), que teve o custo cortado pela metade; o uso de parte dos recursos advindos das multas às concessionárias; a utilização, caso necessária, do ônus fixo (recurso proveniente das concessões) repassado pelas empresas ao governo e a cobrança do eixo suspenso dos caminhões, aplicando o mesmo modelo já adotado nas rodovias federais. Alckmin negou, no entanto, que a decisão de não reajustar o pedágio seja populista.
— Não é nenhuma medida populista. Estamos fazendo um trabalho há dois anos e meio no sentido de buscar uma melhor equação para contratos que são de longo prazo, são de 20 anos. Então, já estamos desde o início. Implantamos o Ponto a Ponto; quebramos o monopólio do Sem Parar, na questão da cobrança eletrônica; estamos rediscutindo todos os equilíbrios dos contratos de concessão; a Artesp está se ajustando. Algumas das concessões mais antigas têm menos obras. (R7)
































