
“Tenho medo de andar no carro da Fifa e de ser hostilizado por algum manifestante”, disse um funcionário brasileiro da entidade ao UOL Esporte.
Pouco antes, dois seguranças comentavam sobre o ex-atacante Ronaldo, que segundo eles está no hotel desde quinta-feira, dia do ato hostil. “O Ronaldo queria sair ontem”, disse um deles. “Saiu, não. Ele não é louco, ficou na piscina”, respondeu o outro.
Por volta das 11h desta sexta, seguranças do hotel se mobilizaram para preparar a saída de Ronaldo, membro do COL. Mas, até aproximadamente às 13h, ele não passou pela portaria principal.
De acordo com dois funcionários do hotel integrantes do estafe da Fifa (Federação Internacional de Futebol) que estavam prontos para visitar pontos históricos de Salvador, como o Pelourinho, cancelaram os passeios logo depois das ações violentas. Além da tentativa de invasão, um ônibus com o emblema da entidade foi depredado. (Ricardo Perrone, UOL Notícias)
































