
O pedido de dispensa de licitação foi feito para contratar a Fundação Escola de Administração, que deverá prestar serviço de acompanhamento e avaliação das ações internacionais do governador entre 2013 e 2014. “Essa empresa foi contratada pelo secretário de Relações Internacionais, secretaria que poucos sabem que existe e para quê serve”, disse o deputado.
Simões lembrou aos deputados governistas defensores da transparência que, no ano passado, a mesa diretora da Casa indeferiu um requerimento apresentado por ele, no qual solicitava informações sobre os gastos do governador nas viagens internacionais feitas desde 2007. “Com base na lei da transparência eu encaminhei esse requerimento ao gabinete do governador que teria 10 dias para responder, mas a resposta nunca veio”, lamentou.






























