
Para a autora do texto sobre o ministro, Sarah Cleveland, professora de direito da Universidade de Columbia, Barbosa é símbolo de uma promessa de um País “novo, compromissado com a diversidade cultural e a igualdade”, afirmou, lembrando que o Brasil foi o que mais “importou” escravos em comparação a outros países das Américas.
No perfil, a revista narra o passado pobre de Barbosa e diz que o ministro usou a educação para sair da pobreza. “Trabalhou como faxineiro e tipógrafo no Senado para se sustentar na faculdade de direito”, diz a publicação. O texto brinca que a máscara mais popular no carnaval deste ano foi a de Barbosa e não a de um jogador de futebol ou artista famoso. (Estadão)
































