AGÊNCIA ANSA
Londres – Começaram os preparativos para o funeral do ex-primeira-ministra britânica, Margaret Thatcher, que irá acontecer na quarta-feira, na catedral de St. Paul, em Londres.
O caixão da “dama de ferro” foi translado hoje na capela de Westminster, local do Parlamento britânico, com uma bandeira do Reino Unido em cima do caixão e cercada de flores brancas. Na capela foi celebrada uma cerimônia privada, na qual participaram cerca de 100 pessoas, entre familiares, colaboradores do ex-primeiro-ministro e parlamentares.
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È a segunda vez em 60 anos de reinado que a rainha Elizabeth II participa aos funerais de um chefe de governo britânico. A primeira vez foi em 1965, em ocasião da morte de Wiston Churchill, primeiro-ministro que venceu os nazistas durante a Segunda Guerra Mundial.
Mais de 2000 mil convidados participarão do funeral de Thatcher. Entre eles o primeiro-ministro italiano, Mario Monti. Nenhum ex-presidente dos Estados Unidos participará do evento. Serão presentes os ex-secretários de estado George Shultz, Henry Kissinger e James Baker, juntos com o ex-vice-presidente Dick Cheney, além de Ross Perot, candidato a presidência como independente em 1992.
A embaixadora argentina em Londres, Alicia Castro, rejeitou o convite a participar do funeral de Thatcher. Foi excluída da lista dos convidados, após pedido explicito dos filhos da ex-primeira-ministra, a presidente argentina, Cristina Kirchner.
As polemicas sobre a cerimônia fúnebre de Thatcher continuaram no Parlamento britânico. Os deputados George Galloway, do partido radical, e Dennis Skinner, do partido trabalhista, criticaram a decisão de suspender os trabalhos do parlamento amanha, no momento dos funerais, além de parar os sinos do Big Bem, o relógio do palácio de Westminster, em sinal de “profundo respeito”. A única vez que isso aconteceu foi em ocasião do funeral de Estado de Churchill. (AnsaLatina)
























