A construção de barracas improvisadas na Praia de Stella Maris tem gerado reclamações de moradores e comerciantes. Cerca de 30 barraqueiros montaram as estruturas no espaço da orla que vai do início do bairro até a região próxima ao Grand Hotel Stella Maris.
“Não mudou nada. Apenas saíram as barracas e entrou a falta de higiene”, afirmou Francis Pointis, gerente-geral do Grand Hotel e morador do local. Para o guia turístico Fernando Pedreira, a situação da região está precária. “A praia está parecendo uma favela. Além de tudo, os comerciantes cobram preços exorbitantes e não oferecem nenhuma estrutura”, disse.
Em uma das barracas consultadas pela reportagem do jornal A Tarde, um coco gelado não sai por menos de R$ 3,50. “Isso é um absurdo. Os moradores estão assustados”, revelou o cantor e compositor Beto Daltro, morador do bairro há 13 anos. Ainda segundo ele, algumas barracas servem de ponto para o tráfico de drogas e parte da vegetação de restinga próxima à areia tem sido alvo constante de queimadas pelos novos ambulantes que querem montar novos negócios. (A Tarde)



























