CLÁUDIO HUMBERTO
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A Policia Federal está à procura de uma nova denominação para seu sistema Guardião de grampear telefônicos, uma geringonça capaz de gravar todas as ligações do alvo, sob autorização da Justiça, e também daqueles que no período de monitoramento conversarem com quem é investigado. O problema é que hoje quase todos os estados já têm o tal Guardião e a PF não quer confusão. Aceitam-se sugestões.
Especialistas – A PF não quer dar nome técnico ao Guardião. Mas não terá dificuldade, após batizar de forma tão criativa dezenas de operações policiais.
Polícia é polícia – O Ministério Público adquiriu o Guardião em alguns estados, que estão sendo doados às polícias, que têm o papel constitucional de investigar.
Top secret – No DF, o MP se nega a informar quanto o seu Guardião custou ao contribuinte. Porém, cedo ou tarde, terá de entregá-lo à policia.
Exemplo – O Guardião adquirido pelo Ministério Público Federal, em Brasília, foi doado à Secretaria de Segurança Pública do Mato Grosso. (Coluna de Cláudio Humberto)






























