
Em outubro de 2009, quando Geddel Vieira Lima rompeu a aliança com Jaques Wagner para se candidatar a governador pelo PMDB, também ocorreu a Operação Expresso, esta idealizada pela Polícia Civil da Bahia, que prendeu gestores da Agerba que estariam envolvidos em um esquema de venda de concessões de linhas de ônibus do transporte intermunicipal. Otto Alencar é apontado como um dos candidatos a governador, na sucessão de Wagner.
Segundo o prefeito, não havia necessidade desta apreensão já que toda documentação solicitada já será entregue e “sempre mantive as portas da prefeitura abertas. Não tenho nada a temer e estou tranquilo”, afirmou o prefeito, que está em Brasília, “para entregar justamente os documentos solicitados pela Polícia Federal. Esta é uma ação conjunta do Tribunal Regional Federal de Brasília a cargo do juiz Olindo Menezes, com a Controladoria Geral da União (CGU)”, disse.
O vice-governador do Estado, Otto Alencar, irmão do prefeito de Simões Filho, revelou que o gestor da cidade metropolitana viajou para Brasília munido de farta documentação, para atender a um pedido da Controladoria-Geral da União (CGU).
“Tudo deve ser esclarecido. Ele me disse que não tem nada a esconder, que vai apresentar as razões dele. Todo homem público deve ser investigado. Agora, o que ele se queixou foi que não precisava de busca e apreensão, que ele poderia fornecer toda a documentação à Polícia Federal e à CGU”, relatou o vice-governador.
































