AGÊNCIA ANSA
Caracas – Milhares de pessoas se concentraram desde as primeiras horas da manhã nas proximidades da Academia Militar de Caracas, na Venezuela, para prestar homenagem ao presidente Hugo Chávez, morto na terça-feira, aos 58 anos.
Há venezuelanos de várias regiões do país e muitos viajaram entre ontem e hoje para comparecer ao velório de Chávez, que está sendo realizado na Capela Ardiente, na Academia Militar.
O caixão de Chávez está parcialmente aberto, mas um vidro protege o corpo do mandatário, que foi vestido com o tradicional uniforme militar de cor verde-oliva e uma boina vermelha.
O enterro do presidente está previsto para amanhã, e vários líderes políticos e chefes de Estado confirmaram presença, como a argentina Cristina Kirchner, o uruguaio José Mujica, o boliviano Evo Morales e o ex-presidente brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva.
Fontes oficiais disseram à imprensa venezuelana que Chávez pediu para ser transferido de Cuba, onde estava internado desde dezembro, à Venezuela, para morrer em seu país.
De acordo com as fontes, “o maior desejo de Chávez era falecer em sua terra” e a ordem de transferência à Venezuela foi dada diretamente pelo presidente ao líder da Assembleia Nacional, Diosdado Cabello.
Nesta quinta-feira, o governo venezuelano, através de um decreto, proibiu a venda de bebidas alcoólicas e porte de arma em todo o país até o dia 12 de março. A medida, de acordo com a Gazeta Oficial, visa a “manter a ordem interna e o normal desenvolvimento dos atos fúnebres” de Chávez. (AnsaLatina)

























