
A informação foi revelada ontem ao EXTRA pelo advogado do padre, Roberto Vitagliano. Ele alega que, no plano jurídico, o padre é inocente, mas quanto à questão canônica caberá à Igreja resolver. Ele ainda afirmou que o resultado final das investigações não deve ser levado em conta no processo canônico:
— O processo penal não depende do da Arquidiocese. A Justiça não leva em consideração a profissão do padre. Isso será levado em conta pela Arquidiocese, que o está julgando sob a ótica da Igreja. Nesse processo, eu não posso nem devo me meter.
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Uma gravação entregue pelo pai das meninas à delegada comprova que o julgamento canônico já começou. Segundo o pai, o vídeo — onde há apenas som, sem imagens — foi feito em 23 de novembro, num encontro entre a família das vítimas e o arcebispo de Niterói, Dom José Francisco Rezende Dias. (Jornal Extra)






























