CLÁUDIO HUMBERTO
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O Ministério do Esporte chegou à conclusão que os fornecedores de estruturas temporárias se organizaram em cartel para explorar os governos estaduais, aos quais caberá contratá-las. Os preços impostos pelas empresas têm sido considerados extorsivos, para dizer o mínimo. Policia Federal e Receita Federal já foram acionados pelo ministério, e os responsáveis pelas empresas deverão ser convocados para depor.
Puxadinhos – As estruturas temporárias, usadas hoje em puxadinhos de aeroportos, serão instaladas próximas aos estádios das cidades-sede da Copa.
Barracões – Atendimento ao turista e serviço médico, por exemplo, devem funcionar em estruturas temporárias (barracões de material sintético), na Copa.
SOS Dilma – Preocupados com os custos dessas estruturas temporárias (chegam a R$ 6 milhões), os governadores pediram socorro ao governo federal.
Ônus estadual – O governo federal avisa: não vai bancar estruturas temporárias: pelo caderno de encargos da Copa, o ônus é dos governos estaduais. (Coluna de Cláudio Humberto)






























