
Procedimentos adotados na gestão do presidente Gabrielli, de 2005 a 2012, são apontados por especialistas como corresponsáveis pela atual situação da empresa, que registrou prejuízo recorde no segundo trimestre do ano passado e convive com a estagnação da produção de óleo e gás a partir de 2010.
Em nenhum dos 35 programas até agora transmitidos o ex-presidente elegeu a Petrobrás como tema. Os assuntos abordados por ele são variados, como o crescimento da produção de coco, as oportunidades de emprego e renda geradas pelos festejos de São João, os vinhos baianos e o turismo religioso.
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Embora não admita, Gabrielli pleiteia disputar no PT da Bahia a indicação para concorrer em 2014 ao governo do Estado. O atual governador, já em segundo mandato, é o petista Jaques Wagner, que, assim que Gabrielli foi demitido da Petrobrás pela presidente Dilma Rousseff, nomeou-o secretário estadual de Planejamento.
Royalties – Em um só programa, o de 15 de novembro, Gabrielli falou de petróleo, ao abordar a polêmica em torno da divisão dos royalties.
Em pouco mais de três minutos, ele expôs com didatismo a questão, previu uma contenda judicial provocada por Estados prejudicados (Rio de Janeiro e Espírito Santo) e comemorou a possibilidade de vir mais dinheiro para seu Estado.
“Para a Bahia, essa mudança vai ser muito positiva. (…) Devemos ter um salto de 2,1% na participação dos royalties para 9,4% já a partir de 2013. Em 2010, a Bahia recebeu em torno de R$ 200 milhões de royalties.
Isso sem considerar os valores repassados aos nossos municípios. Se a lei estivesse em vigor teríamos acréscimo de mais R$ 560 milhões em 2010”, disse Gabrielli.
Eleição – O secretário tem no programa “Encontro com Gabrielli” a oportunidade de tornar-se mais conhecido no interior da Bahia. Baiano de Salvador, formado em economia pela Universidade Federal da Bahia, Gabrielli, de 63 anos, não tem nem trajetória política expressiva nem currículo eleitoral.
A única eleição que disputou ocorreu há 23 anos, quando fracassou na tentativa de eleger-se governador do Estado pelo PT, do qual participara da fundação dez anos antes. Desconhecido, ficou em quinto lugar numa eleição em que havia seis candidatos.
A necessidade de ser apresentado ao eleitor baiano tem um outro componente; Gabrielli não é o candidato natural do Partido dos Trabalhadores à sucessão de Jaques Wagner. (Estadão)

































Gostaria de saber, porque ele então como presidente da petrobrás nada fez ou então o que fez para combater o cartel de combustivel e reduzir os preços do combustivel aqui! aqui! em Salvador e na Bahia, estamos tão próximo da refinaria Landulfo Alves e não temos qualquer beneficio porisso! é muito estranho. O povo que se dane! É isso?
Quer agora se candidatar e se eleger governador da Bahia! Aonde??? Se já acordou, acordou muito tarde!
O povo não é burro! O povo quer ver os seus representantes, lutando pelos seus interesses, afinal o povo merece uma satisfação.
Afinal porque o nosso combustivel é tão caro e por cima de tudo cartelizado? E os nossos dirigentes nada fazem, totalmente alheios a tal situação.