Repatriar o atacante Robinho, do Milan, da Itália, é a difícil missão do Santos. Mas na batalha para tornar real o sonho da torcida de ver novamente o Rei das Pedaladas ao lado de Neymar, reeditando a dupla formada em 2010, o clube conta com a vontade do ídolo, que revelou ao Globoesporte.com aceitar abrir mão de parte do salário para retornar à Vila Belmiro – inicialmente, sua pedida era de aproximadamente R$ 1,1 milhão livre de impostos. Nesta sexta-feira, coincidentemente, o técnico Muricy Ramalho já havia dito que o atleta tinha de ceder, para ficar mais perto da Seleção.
– Não tem nada fechado. Com o Santos é tranquilo, abro mão de uma parte do salário, mas com o Milan está difícil – afirma o craque, em entrevista por e-mail. Ele já havia dito antes que os vencimentos não seriam entrave.
Apesar disso, a tarefa do Alvinegro de repatriá-lo esbarra principalmente na alta pedida dos rossoneros: 10 milhões de euros (cerca de R$ 27 milhões). Na noite desta sexta-feira, o assunto foi debatido em um jantar entre o vice-presidente do Peixe, Odílio Rodrigues, e o vice-presidente do Milan, Adriano Galliani, além de Alvaro de Souza, membro do Comitê de Gestão, entre outras pessoas, em São Paulo. E os santistas deixaram o encontro pessimistas.



























