CLÁUDIO HUMBERTO
A Polícia Civil do Rio começou investigação para apurar denúncias de irregularidades cometidas pelo ex-presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), Ricardo Teixeira. A ação partiu de uma solicitação do Ministério Público Estadual (MP-RJ) e envolve o amistoso entre Brasil e Portugal, em novembro de 2008, na reinauguração do estádio Bezerrão, no Gama (DF).
Teixeira estaria sendo investigado pelos crimes de falsidade ideológica, formação de quadrilha, lavagem de dinheiro e evasão fiscal. O amistoso entre Brasil e Portugal já rendeu uma ação no Distrito Federal, movida pelo Ministério Público do DF depois de investigação da polícia civil local. O processo tramita no Tribunal de Justiça do DF.
O MP-DF constatou superfaturamento de 1,1 milhão de reais da empresa Ailanto, contratada para organizar o jogo, que recebeu sem licitação 9 milhões de reais do governo do DF. Os sócios da empresa são o presidente do Barcelona e amigo de Teixeira, Sandro Rosell, e sua secretária, Vanessa Precht.
Rosell foi executivo da Nike e fechou com Teixeira o contrato que deu início à parceria entre a empresa e a CBF, em 1996. Informações do Estadão. (Coluna de Cláudio Humberto)




























