Pressionada por um empréstimo de 20 bilhões de reais ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), a Dívida Pública Federal (DPF) voltou a crescer em outubro. A alta foi de 38,88 bilhões de reais, para 1,943 trilhão de reais.
Segundo dados divulgados nesta quarta-feira pelo Tesouro Nacional, o crescimento da DPF (que inclui dívida interna e externa) foi de 2,04% na comparação mensal. Além do empréstimo ao BNDES, a dívida também teve o impacto de 16,461 bilhões de reais de correção dos juros.
Ajuda aos bancos – O apoio do Palácio do Planalto aos bancos públicos, aliás, vem pressionando a expansão da dívida pública. Em setembro, a DPF já havia sido pressionada por outra operação desta natureza, que resultou numa expansão de 10% do endividamento, para 1,90 trilhão de reais.
A causa, na época, foi o aporte de 21,1 bilhões de reais do Tesouro Nacional ao Banco do Brasil (BB) e à Caixa Econômica Federal (CEF). A Caixa recebeu aporte de 13 bilhões de reais e o BB, de 8,1 bilhões de reais.
Para custear os recursos repassados às instituições financeiras, o governo teve de lançar títulos públicos (isto é, fazer dívida). (Veja)































