
De acordo com inforações da TV Bahia e do G1, o caixão de Wellington foi produzido sob medida em Feira de Santana, a 100 km da capital baiana, e pesa 50 quilos, tem dez alças, 2,20m de comprimento, 1m de largura e 70 cm de altura.
Do Hospital Roberto Santos, o corpo seguiu para o Cemitério Quinta dos Lázaros, no bairro da Baixa de Quintas, em Salvador. O enterro está marcado para 15h desta sexta-feira.
A família de Wellington acompanhou o processo de remoção do corpo, exceto uma das irmãs dele, de 27 anos, que também sofre de obesidade mórbida e há mais de um ano não consegue sair de casa.
“A gente não quer que ninguém passe por essa situação que nossa família está passando. Meu irmão chegou a esse estado porque ele tinha vergonha da sociedade. Juntou isso à depressão. Ele era um irmão querido. Eu não esperava encontrar meu irmão dentro de um caixão”, lamenta Washington Cortes. “Agora nós queremos ajuda para minha irmã, que também tem essa doença. Nao podemos passar por isso de novo”, teme.
Segundo a família, Wellington começou a engordar aos 28 anos. Há pelo menos dois anos, parou de trabalhar porque já não conseguia nem andar.(TV Bahia/G1)






























Ua vergonha, um absurdo, Como é que o governo do estado não procurou apoiar a família deste rapaz? Só depois do acidente? Eu sinto vergonha de ser baiano. que governo fp.