Salvador – Como uma metodologia de autoconhecimento pode interferir no Judiciário, no ambiente tecnológico, no perfil dos líderes do universo corporativo, nas relações afetivas, na Saúde e Educação? O I Encontro Nacional do Pathwork/ VII Encontro Regional Bahia, que será aberto em 1º de novembro, no Hotel Deville, em Itapuã, vai responder a essas questões apresentando experiências inovadoras na aplicação do método que vem ajudando milhares de pessoas a reescreverem sua história de maneira mais satisfatória.
Trazendo a Salvador cerca de 200 helpers e facilitadores de 14 estados brasileiros que trabalham com a metodologia Pathwork, o evento vai apresentar trabalhos científicos e relatos de profissionais com abordagens de diferentes públicos e práticas que passam por áreas como turismo, artes, comunicação a acupuntura. A promotora Bethania Correia e o desembargador Walter Paro (PR); os médicos Flávio Vervloet (DF) e Regina Brostel (MG); o doutor em Computação, Alexandre Berg (RS) e a psicoterapeuta carioca Glória Costa, trustee da International Pathwork Foundation são alguns dos conferencistas que vão relatar experiências inéditas em suas áreas de atuação.
Caminho de autoconhecimento desenvolvido nos Estados Unidos por Eva Pierrakos, nos anos 1950, o Pathwork é comarado a uma filosofia de vida que pode ser adotada por profissionais de qualquer área do conhecimento. “Há um campo amplo para se usar o método e seus resultados costumam ser surpreendentes”, explica a psicóloga Lícia Magalhães, presidente do Instituto Pathwork Bahia-IPBA, Regional anfitriã do evento.
A Doutora em Ciências da Comunicação, Jane Rech vem do Rio Grande do Sul para apresentar os resultados de uma pesquisa científica realizada em 10 cidades brasileiras, comprovando “a melhoria da qualidade de vida das pessoas que participam de grupos do Pathwork”.
Já a psicóloga Ivone Damas (MG) vem relatar as transformações em uma escola mineira, onde aplicou a metodologia para trabalhar conflito e desconfiança entre professores, pedagogas, diretora, coordenadores e pais de alunos. Ao final do trabalho realizado em um ano “professores, pedagogas e coordenadores construiam juntos; e professores e alunos tinham um nível de respeito e empatia muito maior do que existia”, comemora.
Em torno do tema Uma Metodologia, Nove Expressões Criativa, a programação do I Encontro Nacional do Pathwork (http://www.pathworkbahia.com.br/encontro/ ) terá ainda oficinas para estudantes e leigos experimentarem os princípios básicos do método. Viver e Ser Eterno Aprendiz, oficina da helper Sandra Bomfim, dedicada a iniciantes, mostra como o Pathwork pode ser uma boa ferramenta para o nosso aperfeiçoamento.




























