CLÁUDIO HUMBERTO
* As informações e opiniões publicadas nesta coluna são de responsabilidade exclusiva do autor e, necessariamente, não refletem a posição do Jornal da Mídia.
O embaixador do Irã, Mohammad Ali Ghanezadeh, pediu transferência para prisão domiciliar do empresário iraniano Farhad Marvizi, acusado de mandar matar o auditor fiscal José de Jesus Ferreira, que o investigava em esquema de contrabando. Em carta, o embaixador pediu ajuda ao deputado Marco Feliciano (PSC-SP), alegando que ele estaria em “condições inapropriadas, enfermo, com insuficiência renal”.
É a democracia – O embaixador apelou ao chanceler Antonio Patriota, ignorando que no Brasil democrático governo não interfere na Justiça, ao contrário do Irã.
Crimes bárbaros – Além do auditor, morto com cinco tiros no rosto, Farhad Marvizi é acusado de mandar matar pelo menos onze pessoas em Fortaleza.
Justiça feita – Farhad Marvizi responde por contrabando, furto, lavagem de dinheiro, estelionato, receptação e está preso na penitenciária de Mossoró (RN). (Coluna de Cláudio Humberto)
































