CLÁUDIO HUMBERTO
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O ministro Haroldo Cedraz, do Tribunal de Contas da União, determinou nesta quarta-feira (1º), a suspensão de uma decisão da própria Corte que considerava regular o contrato milionário da DNA Propaganda, empresa de Marcos Valério, com o Banco do Brasil.
Segundo o Ministério Público na ação penal do mensalão, contratos das agências de publicidade DNA e SMP&B com órgãos públicos e estatais buscavam dar veracidade a empréstimos fictícios. Os recursos desses empréstimos abasteciam o esquema de corrupção. Hoje, o ministro Cedraz, que é o novo relator do processo, acolheu recurso do Ministério Público e concedeu efeito suspensivo ao caso.
A decisão anterior teve como base voto da ministra Ana Arraes, que teve um entendimento oposto, e usou uma lei aprovada em 2010 para rejeitar as acusações. O Banco deve se manifestar novamente no processo antes de o plenário do TCU voltar a analisar o contrato. (Coluna de Cláudio Humberto)
































