
No mesmo imóvel, a bacharel em Direito matou e esquartejou o marido após descobrir uma traição. O crime ocorreu em junho deste ano, quando a cobra já não estava mais no local havia algum tempo. Mas as excentricidade do casal chamava a atenção das pessoas próximas.
Um amigo que frequentava o apartamento do casal Matsunaga revelou ao R7 que Elize costumava, ela mesma, comprar camundongos para saciar o apetite da jiboia. Certa vez, quando transportava uma caixa com os “petiscos”, precisou realizar uma freada brusca e os roedores correram soltos pelo interior do carro dela.
Ainda segundo este frequentador da casa, Elize chegou a registrar, em vídeo, o momento em que o animal se alimentava. “Uma cena horrorosa” na opinião deste conhecido, mas cheia de beleza e graça para o casal.
Além de exibir a imagem aos amigos, Elize gostava de mostrar as dezenas de fotografias que tinha da cobra, mantida em um viveiro de vidro, colocado no terceiro andar da cobertura.
Elize apreciava o contato com a serpente. Costumava pegá-la e, algumas vezes, chegava a enrolá-la no pescoço para mostrar o temperamento “manso” do animal, que, conforme este amigo,era legalizado.
A temporada da jiboia no tríplex da rua Carlos Weber se encerrou com a gravidez da bacharel em Direito. Ainda que apegada ao réptil, ela quis se desfazer dele antes do nascimento da filha. Na época, Marcos não gostou da ideia, mas, mesmo a contragosto, aceitou.(R7)

































cobra boca-de-naja criando outra, muito menos letal que à própria dona….