
Birch diz que analisou exaustivamente durante um ano e três meses os terrenos da Praia da Luz, onde fica o complexo turístico, e as alterações sofridas por eles nos últimos cinco anos. Para isso, usou imagens que adquiriu do Google. Há cerca de duas semanas, o empresário afirma que passou a investigar o quintal de Robert Murat sempre que o inglês saía de casa.
Com um radar geológico, o investigador diz que localizou um corpo. Ele já avisou a polícia sobre a suposta existência do cadáver no subsolo. “Estou plenamente convencido de que é a Maddie que está ali enterrada, a cerca de 60 centímetros abaixo do solo”, declarou Birch.
O corpo de Maddie estaria “na zona de uma passagem de cimento que ali foi construída depois do desaparecimento da criança, no canto nordeste da casa, no seguimento de uma linha de árvores”, detalhou.
‘Loucura’ – Procurado pela imprensa portuguesa, Robert Murat lamentou a “loucura e estupidez” do empresário sul-africano. “Isso não faz sentido nenhum”, disse. “Podem levar tudo para a Polícia Judiciária, que é quem deve investigar, e dar-lhe toda a informação”. Murat chegou a ser investigado pelas autoridades por causa do desaparecimento de Madeleine.
De acordo com a edição desta sexta-feira do Correio da Manhã, a polícia britânica esteve reunida para analisar as provas do investigador sul-americano, mas pediu mais material ao empresário para emitir uma opinião sobre sua teoria. Em Portugal, o caso permanece fechado desde que as autoridades do país o arquivaram em 21 de julho de 2008 por falta de provas conclusivas.
Em abril deste ano, os pais da menina, Gerry e Kate McCann, pediram a reabertura do caso, mas a polícia portuguesa negou por falta de “elementos novos que permitam investigação”. (Veja)

































É possível sim que o investigador esteja certo.
Nenhum mal feito a um inocente fica oculto.
Chegou a hora da verdade! De uma forma ou de outra Deus a faz (a verdade) ser revelada.
Todas as possibilidades devem ser investigadas para solucionar este caso. Acho que a polícia britânica tem que pressionar e se possível investigar junto com a polícia judiciária, pois esta última parece não está empenhada em solucionar o caso ou está protegendo o possível culpado.
Não sei como um caso desses tem notícia pública e não teve medidas efetivamente tomadas pela polícia local.
Mas me parece que este não é o caso, quando noticiam que “a polícia britânica esteve reunida para analisar as provas do investigador sul-americano, mas pediu mais material ao empresário para emitir uma opinião sobre sua teoria.”
Ora, é só a polícia ir lá, pedir “licença” e cavar o local apontado. Ou os senhores jornalistas estão criando fato onde não tem? Comendo reggae dos outros?