LUÍS AUGUSTO GOMES
Fonte de Por Escrito afirma que uma reunião “com vários expoentes do PDT” foi realizada segunda-feira com o objetivo de reivindicar ao presidente nacional, Carlos Lupi, a indicação do deputado Marcelo Nilo para a presidência regional, em substituição a Alexandre Brust.
Do encontro, teriam participado, além do próprio presidente da Assembleia Legislativa, os deputados João Bonfim e Roberto Carlos e os secretários Nestor Duarte e Paulo Câmera, este deputado licenciado.
A articulação visaria evitar qualquer possibilidade de o PDT desviar-se do apoio à candidatura a prefeito do deputado Nelson Pelegrino (PT).
Como se sabe, Brust e outros pedetistas, caso o partido não indique o vice de Pelegrino, defendem candidatura própria ou mesmo outra composição, como a que se insinua, envolvendo PCdoB, PSL e PTB.
Brust aceitaria “decisão consensual” – O presidente Alexandre Brust, ouvido sobre o assunto, disse que “é um direito de Marcelo Nilo e de qualquer filiado pleitear, pois todos são companheiros”, mas acha “difícil” que a operação tenha êxito porque “o PDT age de forma consensual”.
Seria “natural” a substituição se com ela concordassem “todos os deputados estaduais e federais”, mas, segundo Brust, “o partido, embora não esteja dividido, tem pessoas que pensam de forma diferente”.
Vale registrar que os deputados federais Oziel Oliveira e Félix Mendonça Júnior não participaram da reunião, não tendo sido possível confirmar a presença do deputado Marcos Medrado.
“Visibilidade” para candidato ao governo – O deputado João Bonfim disse que, preso a compromissos no interior, não esteve na reunião, para a qual foi convidado por “duas pessoas em momentos distintos”, mas assegurou que a pauta não era a presidência do partido, e sim “a sucessão municipal em Salvador e outros municípios”.
Sobre a eventual indicação de Nilo para o cargo, disse que, mesmo Brust fazendo “um bom trabalho”, já se chegou a conversar sobre isso no passado, para “dar visibilidade” ao presidente da Assembleia, que poderá ser o candidato do PDT ao governo do Estado em 2014.
Brust, segundo Bonfim, entendeu que “seria bom”, mas não acreditava muito na direção partidária nas mãos de um parlamentar porque “a experiência do PDT não foi boa”, possivelmente uma referência ao período do então deputado Severiano Alves. (Por Escrito)

































Eh! A proposta de deposição da Executiva Estadual do partido é resultado do inchaço do partido. Síndrome da Torre de Babel. O Partido tem defesa natural na militância que são contra os ditadores, os absolutistas que insistem por interesses particulares em detrimento do coletivo.
A nossa maneira de fazer política é muito complicada. Não aceitamos os sinais das urnas que sinalizam aos derrotados a oposição, a independência. Nem perdemos as eleições em busca de cargos tornamo-nos reféns da posição. Assim fazemos, assim perdemos o respeito da militância. Não é o PT que está errado.
Ora, a manchete está errada. Não tem pedetista querendo Nilo coisa nenhuma. É o Nilo que mandar no PDT pra vendê-lo ao PT, mais ainda que foi vendido. Conversa boba! E Nilo é pedetista? Já foi algum dia pedetista? Nilo sempre foi ele mesmo, ele nunca pensou que não fosse nele mesmo. Tem uma cambada de metido a besta!….Nilo nunca foi ao PDT e, se é que foi, ninguém viu. Nem sentiu. Sabe o que é não ser sentido? Pois é. Ali no PDT tem gente que a militância medrar.
Acho que entendi tudo. É o PT que manda no PDT? Ou quer mandar no PDT? Ou manda só em parte do PDT e quer mandar em tudo? Bom. Termina sempre com o PT dando ordens que se não forem cumpridas….Ai! Ai!