
No laudo necroscópico sobre a morte do executivo consta como causa da morte o seguinte: “choque traumático (traumatismo craniano) associado a asfixia respiratória por sangue aspirado devido a decapitação”.
Justamente por essa suspeita, os policiais do DHPP ainda aguardam os laudos da reprodução simulada do crime para entender como Matsunaga foi morto.
No mesmo laudo também consta que o disparo de pistola 380 de Elize contra o marido “foi de característica do tipo encostado”, ou seja, à queima roupa, “da esquerda para a direita, de cima para baixo e de frente para trás”.
O inquérito policial em que Elize é indiciada por homicídio duplamente qualificado (motivo fútil e meio cruel) e ocultação de cadáver foi entregue pelo DHPP na manhã de hoje à Justiça em Cotia (Grande São Paulo), onde as partes do corpo de Matsunaga foram jogadas.
Há, ainda, a chance de que o caso seja transferido de Cotia para o 5º Tribunal do Júri da Capital porque Matsunaga foi morto no apartamento onde vivia com a mulher e a filha de um ano, na Vila Leopoldina (zona oeste de São Paulo).


































Elize cometou o maior erro de sua vida, tinha tudo que uma mulher gostaria de ter, mas não deu valor.Conheceu um homen bem sucedido na vida, que a tirou da lama, e lhe deu sobre-nome de uma famila rica.