CLÁUDIO HUMBERTO
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A sessão de ontem da CPI mista do Cachoeira revelou uma alteração importante na correlação de forças que atuam na comissão. Sem apoio do PMDB, os tucanos não teriam conseguido aprovar a convocação do governador do DF, com o objetivo de dividir o desgaste da convocação do goiano Marconi Perillo (PSDB). O acordo de “política pacífica” PSDB-PMDB surpreendeu o PT, que imaginava ter o controle da CPI.
Olho nas urnas – A presidência e a relatoria exercidas pelo PT provocaram urticárias no PMDB, acuado nos municípios pela gula eleitoral dos petistas.
Mão que lava outra – Em troca da proteção a Sérgio Cabral, o PMDB deverá “pegar leve” no depoimento do governador de Goiás, Marconi Perillo (PSDB).
Sem essa – Inimiga de Marconi Perillo, a deputada Íris de Araújo (PMDB-GO) recusa qualquer acordo com o PSDB: “Não vão me enquadrar”. (Coluna de Cláudio Humberto)






























