CLÁUDIO HUMBERTO
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Médicos do serviço público federal temem redução salarial de até 50%, com a medida provisória 568/12, que corta vantagens e gratificações. O objetivo do Ministério de Planejamento é igualar salários de várias categorias, mas, no caso dos médicos, os reajustes passarão a incidir apenas sobre o salário-base de R$ 600, inferior ao mínimo, provocando a redução paulatina dos vencimentos de até 50% em poucos anos.
Tsunami da saúde – O projeto prejudica também aposentados e pensionistas, afetando 40.000 pessoas. O governo federal nega o risco de prejuízo à classe.
Direito ameaçado – O relator do projeto, deputado Jovair Arantes (PTB-GO), reconhece a reclamação dos médicos e diz que “direito não se discute, se cumpre”.
Debate aberto – Nesta segunda (21), os deputados federais vão discutir em audiência pública a MP que prejudica os médicos que são servidores federais. (Coluna de Cláudio Humberto)

































A Medida Provisória 568/2012
É recomendável rever a MP n.º 568, detalhada em 55 páginas, substitui o Projeto de Lei 2.203/2011, enviado ao Congresso Nacional em agosto do ano passado.
A Medida Provisória 568/2012, que reduz em 50% os salários da categoria, incluindo aposentados e pensionistas.
Passeatas em diversos pontos do nosso país com movimentação de médicos contra a edição da Medica Provisória 568/2012, sobre salários de servidores federais. De acordo com associações, a medida pode reduzir a medi o prazo em até 50% os vencimentos de 50 mil médicos que trabalham em hospitais federais e hospitais universitários do País.