No meio político, há quem considere prejudicial a César Borges mais essa onda de aproximação com o governo Jaques Wagner, que já ocorreu sem sucesso em duas oportunidades anteriores, inclusive com a perspectiva de que ele fosse candidato à reeleição ao Senado na chapa de Wagner em 2010.
Na época, a pressão pela aliança veio de cima, especificamente do presidente Lula, interessado a agregar o máximo reforço à sua candidata à sucessão, Dilma Rousseff. Wagner engoliu, mas a resistência nas bases do PT foi tanta que o próprio Borges desistiu da empreitada, formando a chapa com Geddel Vieira Lima, do PMDB.
A leitura que se faz das movimentação atuais é que Borges, ex-governador e ex-senador, “se apequena” nesses entendimentos, especialmente porque o cargo que ocuparia “é mais uma vice-presidência inútil para a Bahia”, como a que exerce o próprio Geddel na CEF.
Um observador, que revela “simpatia” pelo político, chegou a proclamar: “César é um símbolo do antigo carlismo. Se aceitar, vai para a vala comum em que o PT quer juntar os adversários e ainda vai dividir sua turma na Bahia”. Depois, resigna-se: “Mas o que fazer, se esse for o seu destino?” (Por Escrito)


































Cezar!
Aqui é de Acajutiba, e voce tem amigos aqui, e em toda Bahia, voce ja ocupou altos cargos e tem competencia pra mais, voce é uma real e confiante opçao para a Bahia, o proximo Governador e vice será: Cesar Borges e ACM Jr. deixa esse carguinho mucho pra lá rapaz!, seu destino é outro.
tem gente sabida, querendo que voce solte seus foguetes na reza deles, saia disso. guarde seu foguete pra sua noite de reza. kkkk. Deus lhe abençoe!.
Pensar em Cesar Borges como governador da Bahia de novo, é retroagir e pensar pequeno.
Vamos pensar em modernizar a politica, novos nomes, novas caras, tanto na oposição, como no governo. Ano vem e vai e tem sempre um carteirinha de nomes que nunca saem de moda. Vamos lutar para estipular um numero de mandato para deputado e vereadores (eleição e reeleição) depois da reeleição não pode se candidatar na proxima. Mudar o sistema de suplência no senado e na escolha dos ministros do supremo.