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A coluna acompanhou recentemente a segunda apresentação profissional de Olin, que cobra cachê entre R$ 5 mil e R$ 7 mil na boate La Passion Lounge, no Rio de Janeiro. Ele tem pinta de astro; manteve a pista lotada e arrancou gritinhos de meninas, também adolescentes, que se equilibravam em saltos altos estratosféricos.
“Quando eu disse lá em casa que ia começar a tocar profissionalmente, até que a reação foi melhor do que eu pensava”, afirma. Diferente de Thor, irmão mais velho que desfila a bordo de carrões e curte noitadas cercado de amigos e seguranças, Olin demonstra ser mais discreto, ainda que tivesse circulado pela boate acompanhado de seis parrudos seguranças.
“Não sou daqueles que só toca o que o público quer ouvir. Isso é um problema, porque muitos contratantes querem um DJ que só toque músicas comerciais, e eu odeio”. (Coluna Bruno Astuto, na Época)


























Esse Olin é lindinho, a cara do pai dele.
Já esse Thor… é feio e pervertido.
esses payboyzinhos nao pega ninguém eu sou cara!!
ando no meu carrinho monza tubarão….comendo geral….todas me querem !!
eu sou o caraaaaaaaaaaaaaaaaaaa!!!