
Provocou grande indignação entre diplomatas a escolha, dada como certa, da senadora Marta Suplicy (PT-SP) para o cargo de embaixadora do Brasil em Washington.
A indicação mostra que a presidenta Dilma soterrou uma das mais acalentadas conquistas do Itamaraty, de confiar postos no exterior apenas a profissonais da diplomacia. “A notícia é uma bomba”, admite um embaixador brasileiro na América Latina, irritado com a “atitude acovardada” do chanceler Antonio Patriota. “Num paralelo com o meio militar, tal decisão equivaleria a nomear um civil (ou senadora) para o comando do Primeiro Exército, tamanha a desmoralização para a Casa.”
O precedente preocupa diplomatas mais experientes. “Se uma embaixada como a de Washington pode ser chefiada por alguém fora da carreira, qualquer outra poderia. Está aberta – aliás, escancarada – a porteira. Vai ser uma festa.”, diz um integrante cúpula do Ministério das Relações Exteriores, em Brasília.
De uma maneira geral, os diplomatas estão entre incrédulos, esperando que a presidenta Dilma pense melhor no assunto, e aqueles que acham que o chanceler Antonio Patriota não tem alternativa senão encaminhar seu pedido de exoneração junto com a indicação de Marta Suplicy.
E até ironizam, afirmando que, nas atuais circunstâncias talvez fosse até melhor que a senadora substituísse o próprio ministro Patriota – que, ao contrário do antecessor, “não luta, nem resiste”. (Coluna de Cláudio Humberto)
































Esta indicação é uma vergonha para nosso País.
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Capítulo II
Art. 4º O compromisso fundamental do jornalista é com a verdade no relato dos fatos, deve pautar seu trabalho na precisa apuração dos acontecimentos e na sua correta divulgação.
Essa nomeação abriria um precedente perigoso. Espero que a Marta tenha o bom senso de não aceitar um cargo diplomático comprometendo a própria credibilidade e a da política exterior do Brasil.
Quem sabe a Presidenta não aguarda o resultado das eleições na Venezuela, qualquer coisa nomeia o Hugo Chavez para ser nosso Embaixador! É assim que ele está fazendo lá, nomeia os amigos, diplomacia por aquelas bandas já não existe, estamos tomando o mesmo rumo.
Infelizmente, as chances da senadora não aceitar são mínimas. Ela já deve estar, inclusive, procurando casa pra morar.
Vindo do “probo” e “confiável” Cláudio Humberto, que de Relações Internacionais entende tanto quanto eu sei falar Mandarim, só acredito quando vê-la empossada. No mais, fofoca de quem não tem o que falar e quer espinafrar o Patriota e do Governo Federal.
Quer concordemos com isso ou não, a escolha dos embaixadores em qualquer país que seja, de acordo com a Constituição Federal da 1988, é prerrogativa do chefe do Poder Executivo. Logo, ele pode nomear qualquer pessoa de sua confiança, e tal escolha deve ser respeitada e aceita por todos. O diplomata que se mostra tão revoltado parece não respeitar uma das principais características históricas do corpo diplomático: o respeito à hierarquia e às decisões do Presidente.
Não digo com isso que concordo com tal nomeação, pelo contrário. Acho Marta uma pessoa despreparada para o cargo, mas se essa é a vontade da Presidenta, temos que aceitar e os diplomatas sediados em Washington devem se esforçar para ajudar a nova embaixadora nessa atividade.
Pelo menos ela sabe falar inglês e é elegante, ao contrário de certos presidentes que o Brasil já teve.
Caros Colegas, é com pesar que se revela uma fase negra na Diplomacia brasileira. Não porque a Presidente está usando sua prerrogativa de indicar pessoas “não qualificadas” para funções diplomáticas. Mas porque a Diplomacia tem se demonstrado inapta para acomodar a democracia no âmago de sua própria casa.
Vejão as discriminações praticadas contra seus próprios funcionários, desde do acesso de funcionários não diplomatas pela entrada dos fundos, mas a deliberada manipulação de leis e regulamentos do país para criar o único órgão brasileiro onde somente diplomatas tem acesso a cargos de DAS…
Este artigo é louco. Cláudio Humberto devia escrever só do que sabe ou estudar a matéria antes de expor-se a tamanho ridículo. Nunca li tanta asneira junta. Pelo amor de Deus, vai ler um manualzinho de DIP ou, pelo menos, leia a nossa Constituição. E um diplomata que dissesse “Num paralelo com o meio militar, tal decisão equivaleria a nomear um civil (ou senadora) para o comando do Primeiro Exército, tamanha a desmoralização para a Casa”, se é que esse diplomata realmente exista ou não é simplesmente uma viagem do autor deste artigo, bem, esse diplomata hipotético deveria ser expulso do corpo diplomático por incompetência ou por ignorância das leis do país…
Confesso que Dilma decepciona a cada dia. Entrega nossos bens (Lula fez isso) a fideis e chavezianos, nomeia marta (marta?)… o que poderá acontecer de mais degradante? Era pré-requisito preparo, estudo, seriedade para este cargo. Se está virando nepotismo ou outra coisa acredito que poderemos nomear hitler ou garfield para ministros e outros cargos… quem sabe nosso diplomata maior não possa ser um jo soares, um faustao, ou quem sabe… tom e jerry. Do jeito que vai, realmente não vai.
Não sabia do ocorrido até ler esse artigo. Realmente…a diplomacia brasileira passa por momentos nebulosos. Era só o que faltava mesmo: nomear uma pessoa despreparada , Martha Suplicy, para um cargo TÃO importante no meio diplomático como o de embaixador do Brasil nos EUA!
Concordo em partes com o que você disse “Carlos”, aparentemente não se tem mais seriedade ou preparo para alcançar um cargo como esse, mas pura ‘politicagem’!