
Quem conversou com a senadora Lídice da Mata (PSB) nos últimos dias saiu convencido de que ela fala sério, muito sério, quando diz que depende de uma conversa com o governador Jaques Wagner, de outra com o presidente nacional do seu partido, Eduardo Campos, e de uma terceira com a legenda em Salvador sobre sua decisão de disputar o comando do Thomé de Souza.
Segundo informa hoje o jornal Tribuna, Lídice não estaria mais suportando as pressões de amigos, correligionários, assessores e, principalmente, de alguns partidos aliados, para lançar-se na disputa. O principal argumento de todos é que o pré-candidato do PT, Nelson Pelegrino, tem demorado de decolar e que, até para ajudar os petistas e Wagner a assegurar a Prefeitura de Salvador, ela deveria ficar de prontidão para a eventualidade de ser chamada, “pelas circunstâncias”, a concorrer.
Enquanto isso, apesar de adotar o discurso amigo e de boas-vindas, o pré-candidato do PT, deputado federal Nelson Pelegrino, reafirma que a prioridade, no entendimento dos petistas, ainda é em torno do seu nome. “Eu soube que saiu uma nota falando disso (da candidatura de Lídice da Mata). Eu não falo sobre hipóteses. Primeiro tem que ver se ela realmente é candidata. Agora, Lídice é completamente qualificada, já foi prefeita, é uma senadora de grande qualidade… Mas continuo perseguindo a unidade na base do governo”, disse Pelegrino.
































