
Em vez do tapete vermelho, entretanto, foi providenciado um “blue carpet” para o desfile da chegada de celebridades convidadas, já que o “rei” acredita que azul é sua cor de sorte. Monjardim não quis responder sobre as folclóricas manias do artista. Só disse que os dois têm muita afinidade e que é “ótimo” gravar com Roberto: “Ele é muito dedicado, tanto nos ensaios quanto na gravação”.
A Folha apurou, no entanto, que houve contratempos. Para começar, o “rei” implicou com o nome do complexo cultural do Rio de Janeiro usado na gravação, que é chamado Cidade das Artes. O motivo da implicância é a cacofonia que resulta da junção das palavras “das” e “artes”: soa como “dazartes”, com “azar” no meio. Roberto insistiu para que se referissem ao local como Cidade da Arte, no singular e sem “azar”, o que não ocorreu.
Outro pedido não atendido: o artista queria que um carro o levasse diretamente até o palco. Acontece que o teatro não fica no nível da rua, mas no segundo andar. (Isabelle Moreira, Folha de S. Paulo)






























