
Sem obras de impacto para entregar, já que vitrines como ferrovias e transposição do rio São Francisco seguem longe das metas iniciais, ela tem focado as cerimônias de viagens em ações de alcance local. Participou este ano de 11 eventos para entregar retroescavadeiras e outras máquinas a prefeitos.
Desde julho, também nas visitas aos Estados, intensificou as agendas relacionadas à formatura de alunos do Pronatec, programa de ensino profissionalizante do governo que é vendido como “porta de saída” do Bolsa Família, por oferecer cursos aos beneficiários do programa.
Já foram seis eventos desse tipo em 2013, como em Ceará-Mirim (RN), neste mês. As inaugurações de unidades habitacionais de programas federais também ocupam posição privilegiada e já contaram com a presença de Dilma sete vezes neste ano.
Foi assim na terça, em Vitória da Conquista (BA), quando participou de evento para entrega de 1.740 unidades do Minha Casa Minha Vida. Parte delas, porém, mesmo já com os novos moradores, segue sem luz e água encanada.
Beneficiários passam as noites a luz de velas, usam baldes com água trazida de outros locais e contam com ajuda de vizinhos que já têm água ou energia em casa.
A depiladora Laura dos Santos Ribeiro, 66, mora desde sábado passado em uma casa sem água e luz. “Está sendo difícil. Acho um descaso”. Sem energia, a bateria do celular vive descarregada. “Não estou trabalhando, só correndo atrás dos carros da Coelba [companhia de energia da Bahia]”, disse.
O mesmo problema enfrenta a telefonista Verônica Santana Sousa, 31. “Não pude nem comprar comida, porque não tem como conservar.” Já a doméstica Selma Ramos, 48, disse que está esperando a instalação da energia para se mudar à nova casa. ((Patriícia Britto, Folha de São Paulo)

































ASSISTI, SIM, à entrevista de dona Marina Silva no programa do Jô. No início, fiquei muito contente por ver que ela já leu muito e isso, ler, não é regra entre pentecostais e muito menos entre neopentecostais. Mas depois fiquei apreensivo ao ver que ela ainda não entendera o principal motivo pelo qual ficamos feito macacos, pulando de galho em galho. No nosso caso de Rede social em Rede Social tentando explicar nosso ponto de vista sobre a droga da religião e as absolutamente necessárias filosofia e política. Foi assim : dona Marina explicando ao entrevustador, Jô Soares, que aceitava, numa boa, o darwinismo, dizia mais ou menos o seguinte ” jô, aceitar o darwinismo não é obstáculo para que eu continue crendo em Deus.” Aí eu quase berrei igual a um famoso pastor. Não é isso, dona Marina Silva, afinal nós também já conciliamos nosso teísmo e nosso darwinismo. Nosso pavor, não é crer ou deixar de crer em Deus. Nesse caso o “buraco é mais embaixo”, nosso pavor são SEITAS E RELIGIÕES, senão a senhora vai ficar parecendo esse batalhão de mercenários da fé que berra, pra quem quiser ouvir, o chavão “VIEMOS TRAZER A PALAVRA DE DEUS, quando as pessoas letradas sabem que a Palavra de Deus, sempre esteve e sempre estará dentro de cada um de nós e jamais em SEITAS e RELIGIÕES. Religiosos para falar mal, ou bem, de outra denominação religiosa precisam conhecer, profundamente, a doutrina deles, mas como isso é possível, se até hoje só vi dona Marina Silva, como única religiosa que lê e ainda assim, tá pensando que nós criticamos a crença em Deus. Não é, não, professora, nós não suportamos são seitas e religiões. Direito nosso. E o medo que a senhora venha, um dia, nos governar e traga, de quebra, aqueles “irmãos” bilionários ? Sora precisa ver, é grande.