
Ela conta que foi vítima de um aluno de 18 anos da escola em que estudava – uma das mais caras e tradicionais do Rio de Janeiro – durante uma festa. “Demorou para que eu conseguisse assumir para mim mesma que tinha sido estupro. Fiquei muito confusa durante muito tempo”, afirma Mayra.
“Se eu tentasse contar a verdade, ninguém acreditaria. Como poderia dizer que ele havia me estuprado se estávamos ficando há meses? Só eu saberia que implorei para ele parar. Comecei a me sentir atormentada por sua presença nos corredores. Decidi então não voltar mais para a escola”. (Coluna de Bruno Astuto, na Época)



























