A Associação do Ministério Público do Estado da Bahia, entidade que reúne promotores e procuradores de Justiça, divulgou nota comemorando a rejeição da PEC 37, que limitaria o poder de investigação do MP.
Na nota, assinada pelo presidente Alexandre Soares Cruz, a associação classifica a rejeição de “momento histórico” e agradece às “manifestações populares e sensibilidade do parlamento brasileiro”, destacando a bancada da Bahia.
Com a decisão, o “compromisso de continuar contribuindo para a consolidação do regime democrático” fica renovado, diz a associação, já que foi uma “vontade coletiva, ecoada nas ruas de todo o país”, que contribuiu para a rejeição da PEC. (Correio)

































CORAM POPULO
Atualmente há , no Brasil, em franca atividade, mais de trezentas denominações religiosas, somente entre as PENTECOSTAIS. Até aí, tudo bem, afinal é nossa Constituição que ,democrática, dá a qualquer brasileiro o direito de crer no que der na “telha” dele, desde as fantasias bíblicas do Antigo Teastamanto até no ET de Varginha, ou no chupa-cabras. Nisso nós concordamos.
Mas há algo que nos incomoda e com tais coisas não concordamos. Por que as lideranças religiosas brasileiras, desde que deixem seus bens imóveis, móveis, semoventes e outros, se houver, em nome da Igreja deles, passam a não pagar IMPOSTOS, como todos os outros segmentos de nossa sociedade o fazem normalmente, se, em nossa Constituição, supracitada, reza-se que TODOS SOMOS IGUAIS PERANTE A LEI ?
Essa história, de espalhar por aí que somos sobre-humanos, em miss?es diretas com Deus e que vamos salvar todos que assim o permitirem, tem dado bons resultados, afinal há mais deles bem sucedidos do aqueles que se descuidam e v?o parar na cadeia. O que n?o encontramos até hoje, foram preletores que queiram evangelizar por amor a Jesus, sem salário, a se sustentar e sustentando a familia deles , em fainas diárias, como soe acontecer com todos nós.