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Adriano nega ter dado moto à mãe de traficante
Quinta-feira, 25/03/2010 - 15:45
Deu no G1:

Em depoimento à polícia nesta quinta-feira (25), o jogador Adriano negou ter presenteado Marlene Pereira de Souza, mãe do traficante Mica, com uma moto. De acordo com o delegado Jader Amaral, responsável pelo caso, o craque disse que só tomou conhecimento do caso pela imprensa.

Adriano admitiu que o amigo Marcos José de Oliveira comprou duas motos a seu pedido. No entanto, o atacante revelou que uma moto seria para ficar em seu nome e a outra deveria ser registrada em nome de Marcos.

Cerca de uma hora e meia depois da sua chegada, Adriano deixou a 22ª DP (Penha) sob gritos de apoio de torcedores que o aguardavam no início da tarde desta quinta-feira (25). Ele foi ovacionado: "Uh, é Adriano!" e "Uh, é o Imperador".

Acompanhado de dois advogados, ele não falou com a imprensa na entrada, mas autografou a camisa de um torcedor, aluno de uma escola pública.

Mica é apontado pela polícia como um dos chefes do tráfico da Favela da Chatuba, na Penha, no subúrbio do Rio, local onde Adriano morou durante a infância. Contra Mica, há expedidos sete mandados de prisão.

A mãe de Mica foi ouvida pelos policiais na última quarta-feira (24) e negou ter recebido a moto de presente do jogador Adriano. Em depoimento, ela disse que ficou surpresa ao descobrir que sua assinatura constava nos autos de transferência, compra e venda do veículo, já que é analfabeta.

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Psicóloga analisa momento de Marcos no Palmeiras
Terça-feira, 23/03/2010 - 18:56
Deu no MSN Esportes:

Irritado com dois gols tomados em atividade realizada na Academia de Futebol na última segunda-feira, Marcos alegou dores na virilha direita e abandonou o trabalho antes do término.

Esta não é a primeira polêmica envolvendo o nome de Marcos em 2010. Após a derrota para o Santo André, no início de março, o goleiro declarou que estava cansado e que iria se aposentar no fim do ano.

Vivendo um momento conturbado na carreira, o LANCENET! ouviu a psicóloga Katia Rubio, que comentou a fase do camisa 12 do Verdão:

- Considerando o histórico vencedor e o currículo do Marcos, eu acho que ele está cansado de perder. As declarações dele é de quem não aguenta mais essa vida de sofrimento. De saber onde o Palmeiras chegou no Brasileirão do ano passado e o que aconteceu no fim. Ele é um cara que foi campeão do mundo. Ele não gosta de perder. Está insatisfeito com as derrotas do Palmeiras. Acredito que o fracasso no Campeonato Brasileiro contribuiu muito para essa sensação de estar farto. É tudo um desabafo.

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Love nega à Polícia conhecer grupo armado
Terça-feira, 23/03/2010 - 14:21
De Carolina Lauriano, do Portal G1:

O atacante Vagner Love, do Flamengo, negou à polícia que conheça supostos traficantes que aparecem armados nas imagens exibidas no Fantástico na semana passada. Ouvido na 15ª DP (Gávea) na manhã desta terça-feira (23), ele afirmou que vai evitar frequentar a favela da Rocinha, na Zona Sul do Rio, onde o vídeo foi gravado.

“Depois, pensando mais, a gente vê que é uma coisa chata. É minha raiz e minhas origens, mas não tenho que estar sempre indo lá ”, disse ele, que foi ouvido durante cerca de 40 minutos, acompanhado de seu advogado.

Love contou que não se arrepende de ter ido ao baile funk e que há quatro anos faz um trabalho social na comunidade, durante o Natal. O jogador afirmou que agora só pretende voltar à comunidade para ajudar no projeto. “Não estou arrependido, mas quando a gente põe a cabeça no lugar, a gente sabe que não é uma coisa legal, pelas coisas que têm lá dentro. Mesmo eu tendo presenciado aquilo desde pequeno, acho que não é uma coisa legal”, afirmou Love.


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Flamengo e CFZ oficializam união
Segunda-feira, 22/03/2010 - 16:13
Deu no Globoesporte.com:

O Flamengo e o CFZ oficializaram a parceria entre eles na manhã desta segunda-feira, na Gávea. Com a presença da presidente Patrícia Amorim e de Zico, a união entre os clubes foi sacramentada, pelo menos até o fim do mandato da dirigente. Ela consiste, basicamente, na criação de uma espécie de “Flamengo B”, cujos jogadores juniores e profissionais não aproveitados na Gávea seriam emprestados para disputar a Segunda Divisão do Carioca pela equipe do Galinho. mas o nome do clube continua sendo CFZ.

O Fla pode passar a usar as estruturas do CFZ, que também cederia jogadores que tivessem um maior destaque. Além disso, o clube rubro-negro fará um aporte financeiro mensal, de valor ainda não divulgado, para ajudar nos custos dos jogos do CFZ. Também estiveram presentes à solenidade do auditório Rogério Steinberg, na Gávea, o vice de futebol do Flamengo, Marcos Braz, o vice-presidente jurídico rubro-negro, Rafael de Piro, e o presidente do CFZ, Bruno Coimbra, filho de Zico.

Para Zico, a parceria vai ajudar o Fla a revelar mais talentos.

- O nome do Flamengo não precisa ser falado, nem a grandeza do clube. O CFZ é aquela ponte que pode ajudar na revelação dos jogadores. Com a estrutura que temos, a possibilidade de fazer testes vai triplicar. Quando se faz uma indicação ao Flamengo tem de se ter certeza. Não é que amanhã vamos dar cinco craques ao clube – disse Zico.

Ainda segundo o Galinho, ele estará acompanhando de perto essa parceria, que para ele, já existe e está apenas sendo consolidada.

- Muitas coisas importantes estão em jogo, mas estarei de perto, na frente, observando para garantir que o Fla não esteja fazendo parceria só com o clube. O Fla sempre teve as portas abertas para usar nossas instalações, mesmo sem qualquer assinatura. Aqui a gente consolida uma situação.

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Bruno tem a determinação de Ayrton, diz Viviane Senna
Segunda-feira, 22/03/2010 - 09:50
Deu no UOL Esporte:

Comparar a habilidade de Ayrton Senna com a de seu sobrinho é, obviamente, uma injustiça com Bruno. Mesmo assim, desde que começou sua carreira, o piloto da Hispania na F-1 respondeu em quase todas as suas entrevistas perguntas sobre a responsabilidade de carregar consigo o sobrenome de uma lenda do automobilismo mundial.

Talvez porque Bruno “sofra” com um agravante que torna quase inevitável uma comparação entre os dois: a impressionante semelhança física com seu tio. Mas mesmo com o peso do sobrenome, a herança genética pode ser uma vantagem na sequência da carreira do jovem que acaba de chegar à F-1.

Mãe de Bruno e irmã de Ayrton, Viviane Senna vê no filho algumas características que marcaram a carreira de seu irmão. “Fora a semelhança física, que todos mencionam muito, ele tem a mesma determinação que o Ayrton tinha. A coisa da disciplina, da dedicação, do foco no trabalho”, disse Viviane em entrevista à reportagem do UOL Esporte.

Segundo a presidente do Instituto Ayrton Senna, tais semelhanças puderam ser percebidas já na primeira corrida do filho na F-1, no GP do Bahrein, quando Bruno e a igualmente estreante equipe Hispania correram contra o tempo para preparar para a prova um carro que nunca havia sido testado.

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Desejo de Muricy Ramalho pelo Fla não incomoda Andrade
Sábado, 20/03/2010 - 00:46
Deu no Portal Uol Esporte:

Nesta sexta-feira, o ex-técnico do Palmeiras Muricy Ramalho declarou que sonha em um dia dirigir o Flamengo. A notícia repercutiu na Gávea, mas não incomodou o atual treinador rubro-negro, Andrade, que tratou com elegância a situação.

Em entrevista, Muricy Ramalho disse que a torcida do Flamengo é empolgante e gostaria de um dia dirigir o clube da Gávea. O comandante também elogiou o Barcelona, da Espanha.

De acordo com Andrade, o Flamengo, campeão brasileiro em 2009, tem um dos melhores times do país na atualidade e é muito cobiçado por todos.

“O Muricy sabe o que é bom, gosta das coisas boas. Quem não quer trabalhar no melhor time do Brasil? Qualquer treinador quer trabalhar no Flamengo”, disse Andrade, de forma bem humorada.

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Adriano pode ter a carteira de habilitação suspensa
Sexta-feira, 19/03/2010 - 14:17
Deu no Globoesporte.com:

Além de fugir da marcação dos zagueiros nos gramados, Adriano terá que escapar da marcação cerrada do Detran-RJ. O atacante corre o risco de perder o direito de conduzir automóveis por até um ano.

O orgão anunciou a abertura de um processo para suspender a carteira de habilitação do jogador, que ultrapassa em mais de quatro vezes o número de pontos permitidos, segundo informações do "Jornal O Dia". A maioria das infrações (68,5%) que constam na carteira de motorista do jogador são por excesso de velocidade.

Adriano tem direito a algumas tentativas para não perder a habilitação. De acordo com a assessoria de imprensa do Detran-RJ, quando alguém ultrapassa os 20 pontos, esta pessoa recebe uma notificação de suspensão da carteira, e tem até 15 dias para apresentar uma defesa prévia. Se ele ultrapassar o prazo, ou o caso for indeferido, o motorista recebe uma nova notificação de penalidade para recorrer em até 30 dias na Jari (Juntas Administrativas de Recursos de Infrações). Depois ainda há uma segunda instância a recorrer no Cetran (Conselho Estadual de Trânsito).

Esgotadas todas as possibilidades, o motorista deve entregar a carteira ao Detran-RJ e pode pegar uma suspensão de até um ano. Somente depois de fazer um curso de reciclagem de 30 horas e de um novo exame teórico, o condutor pode reaver sua habilitação.

Se a suspensão da carteira tiver sido confirmada, após todos os processos indeferidos, e o motorista não entregar a carteira, ele não poderá renová-la. E se for flagrado conduzindo estará sujeito a uma multa de R$ 957, além de um processo de cassação do direito de dirigir por até dois anos.


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Michael Schumacher: ''Voltei por amor à Fórmula 1''
Domingo, 14/03/2010 - 08:37
De Michael Schumacher, piloto da Mercedes:

Descrição da Foto
Schumacher: ''Minha relação com a Mercedes é antiga. Corri por ela com os protótipos, em 1990 e parte de 1991''.
Voltei a fazer neste fim de semana uma das coisas de que mais gosto na vida: disputar um GP de Fórmula 1. E confesso que sentia muita falta. Depois que deixei o Mundial, após o GP do Brasil de 2006, vivi um período de grande satisfação, por poder me dedicar mais à família, o que sempre desejei. Mas, com o tempo, passei a sentir saudade da competição. Ao mesmo tempo, a F-1 mudou bastante com a proibição dos testes. Isso fez com que eu passasse a pensar na possibilidade de regressar ao Mundial.

O que vou contar é essa história, entre a decisão de deixar a F-1 e a de aceitar o desafio de enfrentar uma nova geração de pilotos jovens, cheios de vontade de ser campeões ou de aumentar seus títulos. Durante o campeonato de 2006, compreendi que estava cansado das muitas atividades exigidas de um piloto. Nossos compromissos se estendem para bem além de sentar no carro e acelerar. Essa é, aliás, a parte mais gostosa da profissão. Temos extensa agenda de ações promocionais e, na época, infinitos testes.

No exemplo de 2006, quase não havia restrição de treinamentos particulares. E, como a luta com Fernando Alonso estava dura, não havia semana em que não estávamos na pista. Então, se juntamos o fim de semana de corrida a esses dias de testes e a agenda promocional, algumas vezes em países distantes, veremos que não sobrava tempo para vida pessoal. Mal via a família.

Àquela altura, eu já tinha conquistado vários títulos, me divertido, e minha condição profissional me permitia pensar em parar. Eu precisava dar um tempo, voltar minha atenção para mim mesmo. Sentia falta de participar mais da vida como pai.

Essa combinação de razões me fez procurar nosso presidente na Ferrari, Luca di Montezemolo, para lhe dizer que não renovaria meu contrato. Continuava adorando pilotar, me sentia em condições de lutar pelas vitórias, títulos, mas estava pagando um preço alto, que era renunciar a tudo na minha vida. Sabia exatamente o que queria.

Em 2007, realmente vivi alguns dos melhores momentos de minha existência, pois pude fazer o que todo pai normal gosta de fazer. Compreendi que deixar a F-1 foi a decisão mais acertada da minha vida.

Claro que vez por outra dava um jeito de realizar umas corridas de kart e de moto, o que gosto bastante. Tudo bem, é verdade, ganhei uns quilos, mas não me senti culpado. A sensação era de que eu podia me permitir alguns excessos, afinal, as severas restrições que a profissão de piloto de F-1 exige cobraram de mim anos e anos de dedicação total. Em 2008, não foi diferente.

Comecei 2009 interessado em correr, mas nem de longe aceitaria aquela enxurrada de compromissos que mal me permitiam respirar fora do mundo do automobilismo. As motos me divertiam. Mas aí sofri aquela queda num treino que todos sabem (dia 2 de fevereiro, em Cartagena), na Espanha, e precisei fazer uma pausa e parar. Algum tempo depois, Montezemolo me telefonou e pediu que eu fosse a Maranello.

Ele me propôs substituir Felipe, ou meu irmão mais novo, como o sinto, que havia se acidentado na Hungria, e vi a chance de voltar a fazer o que desejava na medida certa para mim, sem as imensas obrigações de ser piloto regular de F-1. Tudo caminhava bem para voltar em Valência. Quando fui treinar em Mugello com um carro de F-1 da Ferrari (modelo 2007), no entanto, comecei a sentir uma dor intensa na musculatura do pescoço. Contra todos os meus interesses, procurei Montezemolo para lhe dizer que, infelizmente, eu não poderia correr, não havia me recuperado ainda.

Minha relação com a Mercedes é antiga. Corri por ela com os protótipos, em 1990 e parte de 1991, e ela me ajudou a estrear na Fórmula 1, pela Jordan. Sou muito grato. Alguns meses depois do teste em Mugello, eu me sentia normal, sem os problemas no pescoço, quando fui procurado pelo pessoal da Mercedes.

Não tenho como negar que me sentia atraído por uma volta à F-1. O Mundial não era mais como eu o havia deixado. Comecei a pensar: não existe mais treino durante o campeonato. Dessa forma, regressar à F-1 seria, basicamente, me apresentar para as corridas nos fins de semana. Faria o que amo: pilotar os carros, ir a reuniões da equipe, atender aos compromissos promocionais... Mas nem de longe seria como em 2006.

Disse ao Felipe que estava bastante inclinado a voltar à F-1 em Florianópolis, no seu evento de kart, e ele me deu apoio. Dentro de casa não foi diferente. Corinna (a mulher) me viu tão entusiasmado com a possibilidade da volta que me disse para ir adiante. Ela cresceu nesse meio e, como eu, não tem receios. Ela me respeita, assim como admiro sua dedicação ao hipismo. Ela montou um centro de treinamento, usado também para competições, extraordinário. Receberá o Campeonato Europeu de Hipismo. Fica em Givrins, não distante de onde residimos, na Suíça.

Estou voltando não para satisfazer a saudade de pilotar. Não assinei um contrato de três anos para me divertir apenas, muito menos tentar provar algo. Voltei para conquistar meu oitavo título e levar a minha equipe a ser campeã. E por que três anos? Porque aprendi na F-1 que os objetivos não são atingidos imediatamente. Se não for campeão neste ano, crescerei com o time para poder ser nos seguintes, como foi no tempo de Benetton e Ferrari. Meu projeto é vencer o campeonato dentro desse prazo. E o prazo foi imposição minha.

Não há nenhuma razão financeira. Se existisse, jamais funcionaria. Todo esportista de alto nível que regressa a suas atividades por essa razão, depois de um tempo parado, não faz sucesso.

Ficou tudo claro com a Mercedes e assim assinei o contrato. Eu me sentia bem. Quando pilotei o carro da Mercedes, em Valência, pela primeira vez, falei que estava me lembrando de meu primeiro dia na F-1, num teste que fiz em Silverstone com a Jordan. Depois da primeira, da segunda volta, em 91, questionei se eu seria capaz de conduzir aquele carro, de tão rápido que tudo se processava. As voltas foram passando e compreendi que eu poderia, sim, ser piloto de F-1. Em Valência, no mês passado, ocorreu exatamente a mesma coisa. As reações do carro pareciam mais rápidas que as minhas. De novo fui pegando a mão da pilotagem e não demorou para me sentir confortável e tirar prazer no cockpit.

Já compreendi, agora, que muitos me consideram o piloto a ser batido nessa minha volta, apesar de considerar que nossa equipe não será muito competitiva nas primeiras provas. Sinto-me cercado pelos sete pilotos das quatro equipes que devem disputar o título (Mercedes, Ferrari, McLaren e Red Bull). Mas eu gosto de desafios. E esse é dos maiores. Estou falando de enfrentar pilotos de grande talento. Está aceito. Vamos ver quem ganha no final.

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Adriano: 'Nunca usei drogas, nunca provei nada'
Sábado, 13/03/2010 - 00:25
Deu no Globoesporte.com:

Entre sorrisos e "cobranças" à imprensa, Adriano concedeu, nesta sexta-feira, na Gávea, sua primeira entrevista coletiva desde a briga que teve com Joana Machado, sua noiva, na favela da Chatuba, na madrugada de sexta-feira da semana passada. Confirmado no time titular para o jogo contra o Vasco, domingo, às 19h30m, no Maracanã, o atacante negou alcoolismo ou uso de drogas, garantiu que o episódio está totalmente superado, e disse que pretende brilhar no clássico para "sair de cabeça erguida" (veja o vídeo).

- Nunca usei drogas, nunca provei nada. Quando falam do Adriano aumentam demais. De repente é porque moro na favela, e aí associam - disse o jogador.

No período em que esteve ausente do clube, pessoas ligadas ao jogador afirmaram que ele voltara a falar em parar de jogar futebol, devido à tristeza depois da briga com Joana. Adriano afirmou que essa hipótese não foi cogitada. Mas disse que se consultou com uma psicóloga indicada pela presidente do Flamengo, Patrícia Amorim.

- Precisava desabafar com alguém. Sou uma pessoa muito fechada.

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Rosberg lidera 1º dia de treinos no Bahrein
Sexta-feira, 12/03/2010 - 10:47
Deu no UOL Esportes:

O alemão Nico Rosberg fez o que pouco se esperava dele e superou o heptacampeão Michael Schumacher no primeiro dia de treinos para o GP do Bahrein de Fórmula 1. A segunda sessão foi marcada por muitas voltas de cada piloto, em busca dos melhores acertos para a primeira corrida do ano, neste domingo.

Com isso, Rosberg teve tranquilidade para marcar sua volta (1min55s409) ainda no começo da sessão e não foi incomodado por outros rivais, sendo o mais veloz no consolidado de tempos dos dois treinos.

(...) O campeão de 2008 Lewis Hamilton colocou a McLaren na segunda colocação, com 1min55s854, e Michael Schumacher subiu de décimo, pela manhã, para terceiro, com 1min55s903.

(...) Além da volta de Schumacher, quem também voltou às pistas da Fórmula 1 foi Felipe Massa, com a Ferrari. Ele estava fora desde meados de 2009 devido ao grave acidente sofrido na Hungria. Ele foi um dos pilotos com mais voltas na segunda sessão e encerrou sua participação em 7º, com 30 giros feitos.

(...) Já Rubens Barrichello, que estreia pela Williams, foi apenas 16º no consolidado.

(...) Bruno Senna teve um problema com seu carro e chegou a parar fora da pista. Ele encerrou com a 23ª posição.

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Médico da seleção defende Adriano: 'Qual jogador não bebe?'
Quarta-feira, 10/03/2010 - 15:03
Deu no Globoesporte.com:

Responsável pelo departamento médico do Flamengo e da seleção brasileira, José Luiz Runco discorre com conhecimento de causa sobre os problemas envolvendo Adriano. E na manhã desta quarta-feira, ele minimizou o consumo de bebida alcoólica por parte do Imperador.

- Qual jogador não bebe? Você conhece algum? Se as pessoas forem se preocupar com isso é melhor acabar com o futebol brasileiro, mundial... - disse.

Segundo o médico, não há qualquer recomendação para o atleta diminuir o consumo de bebida alcoólica. No entanto, de acordo com o que disse o vice de futebol Marcos Braz na semana passada, este é o principal problema extracampo do Imperador.

Após 12 dias longe do clube, o camisa 10 retornou aos treinos na última terça-feira. Trabalhou por 1h30m entre academia e campo.

- (O álcool) não interfere em nada. Ele está trabalhando forte. E na pré-temporada, mesmo sem poder calçar chuteiras, treinou tanto quanto os outros - afirmou Runco.

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Massa se entusiasma com carro da Ferrari para buscar o título
Quarta-feira, 10/03/2010 - 11:52
Deu no Portal UOL:

O piloto brasileiro Felipe Massa, que retorna às corridas de F-1 no Bahrein após quase sete meses de ausência, acredita que a equipe Ferrari pode fazer o melhor início de temporada em vários anos após o desempenho do carro nos testes realizados durante a pré-temporada em pistas espanholas.

A escuderia italiana foi a que teve maior quilometragem nos testes coletivos que ocorreram na Espanha e liderou a semana de Valência, a primeira das quatro em que foram feitos os testes.

"Estou muito feliz e muito motivado que nós possamos começar o campeonato de uma maneira melhor não apenas que no último ano, que não foi um ano bom, mas também melhor que outros campeonatos", disse o brasileiro ao site oficial da Ferrari.

Depois de um ano em que a Ferrari não conseguiu acertar no desenvolvimento do carro e ficou longe de disputar o título da temporada, Felipe Massa está animado para poder começar o ano somando pontos no campeonato para tentar o título, que escapou em 2008.

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Adriano aparece para treinar com a noiva
Terça-feira, 09/03/2010 - 19:26
Depois da tempestade, vem a bonança. Após a briga na noite de quinta-feira, na favela de Chatuba, Adriano apareceu na tarde desta terça, na Gávea, com a noiva Joana Machado ao lado.

O atacante não viajou para a Venezuela , onde o Flamengo enfrenta o Caracas quarta, pela Libertadores, para ficar realizando trabalhos físicos na Gávea. O Imperador fez musculação e correu em volta do gramado, deixando o clube por volta das 17h na companhia de Joana. Adriano se prepara para enfrentar o Vasco, domingo, no Maracanã.

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Adriano volta ao Fla após 11 dias 'querendo conquistar títulos'
Segunda-feira, 08/03/2010 - 20:15
Deu no Globoesporte.com:

Álvaro viu bem de perto toda a confusão que envolveu Adriano e sua noiva, Joana Machado, na última quinta-feira, na favela da Chatuba, na Zona Norte do Rio de Janeiro. Nesta segunda-feira, o zagueiro, que era um dos jogadores presentes ao baile funk, saiu em defesa do Imperador.

O zagueiro disse que o atacante estava feliz ao conversar com os jogadores. Segundo Álvaro, Adriano falou ao grupo:

- Voltei, quero estar com vocês, quero conquistar títulos com vocês.

Álvaro comentou a relação do Imperador com a bebida, apesar de o empresário do jogador, Gilmar Rinaldi, negar a versão levantada pelo vice de futebol do Flamengo, Marcos Braz. No último domingo, o dirigente disse que o atacante tem problemas com álcool.

- Já descarto essas especulações de que ele usou drogas, porque fazemos exames antidoping em todos os jogos. Como estamos sempre nos concentrando para os jogos, o uso (de álcool) não é frequetente. Minha preocupação é com o futuro, quando ele parar de jogar. Meu pai tem problema com álcool até hoje. Se realmente for o caso, ele tem de buscar ajuda e estamos aqui, eu e todo o grupo, para ajudá-lo.

O camisa 3 do Flamengo comentou ainda que quer ver o atacante na Copa do Mundo e que vai fazer o possível para ajuda-lo a conquistar este objetivo. Confira os principais trechos da coletiva do zagueiro, desta segunda-feira.

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Michael Schumacher já é unanimidade entre colegas
Segunda-feira, 08/03/2010 - 11:57
Deu na Folha Online:

Em seu retorno da aposentadoria, o alemão Michael Schumacher, 41, é um dos favoritos ao título do Mundial de F-1. Essa é a opinião de seus adversários na temporada e até do ex-campeão Emerson Fittipaldi.

"Michael está tão bom como no passado. Quando vemos seus resultados [nos treinos oficiais] nos damos conta de que ele sabe muito bem o que faz", disse o atual campeão de F-1, o britânico Jenson Button, ao jornal alemão "Die Welt".

"A temporada terá início com quatro escuderias capazes de ganhar corridas, Ferrari, Red Bull, McLaren e Mercedes. Estou certo de que Michael não teria retornado às pistas se não estivesse seguro de que pode conquistar algo", concluiu.

O brasileiro Felipe Massa ecoa a opinião de Button. "Tenho certeza que ele será muito competitivo como sempre foi. Mas será bacana contar com ele no grid, é um bom amigo", comentou o piloto, no domingo, em evento em Interlagos. Ao seu lado, Emerson Fittipaldi disse acreditar no potencial do colega alemão.

"Não tenho dúvidas de que ele vai correr para brigar pelo título", previu Fittipaldi, ao acrescentar que tem motivos para, de certa forma, se identifica com Schumacher.

"Lembro de mim mesmo quando fui para os EUA com quarenta anos e também com muita vontade de correr", afirmou Emerson. "Agora com o Schumacher acontecerá a mesma coisa."

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Leonardo defende Ronaldinho na Seleção de Dunga
Domingo, 07/03/2010 - 07:41
Deu no Portal G1:

O técnico do Milan, Leonardo, foi o entrevistado do "Bem,Amigos!" especial deste sábado. Além de falar sobre o momento como comandante da equipe italiana, o brasileiro fez questão de expressar toda sua admiração pelo futebol de Ronaldinho Gaúcho. Segundo ele, o jogador soube passar pelos problemas pessoas e se reencontrou na carreira.

- Ele tem uma historia maravilhosa e todo mundo sabe o que fez ate 2006. Foi o melhor do mundo. Ele encarna o brasileiro que todo mundo ama. Mas teve dificuldade na vida. Fez um monte de besteira, se largou, parou de treinar e deu uma cansada. Ele passou dois ou três anos de escuridão e embriaguez. Hoje ele treina, é aplicado e atento. Sempre sendo o Ronaldinho espontâneo e daquele jeito largado dele. É o jogador mais importante, o que transmite mais alegria, o que envolve as pessoas e é o que pode fazer a diferença. Todo mundo cresce com ele, pois é uma liderança - disse.

Leonardo acabou criando uma relação de muita amizade com Ronaldinho. A confiança é tanta, que ele faz questão de defender uma vaga para seu jogador na Copa do Mundo da África do Sul..

- Eu sei o que ele pensa, o que sonha, o que faz, onde está, sei se tomou a cervejinha dele ou não tomou. O pagodinho sem a bebida, como foi no passado, é administrável. Ele já chegou em condição de não treinar e sabe disso. Mas isso acabou. Tenho uma relação com ele e me permite entrar na vida pessoal. Não tem como um jogador como ele não sonhar com a volta para a seleção. Eu entendo o Dunga, mas o Ronaldinho não traria coisas negativas porque ele é positivo. Ele não vai desagregar – finalizou.

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Com novo carro, Bruno Senna projeta 'longo trabalho'
Quinta-feira, 04/03/2010 - 16:25
Deu no Globoesporte.com:

A estreante HRT, ex-Campos, apresentou seu carro para a temporada 2010 da Fórmula 1 na tarde desta quinta-feira em Múrcia, na Espanha. O evento, realizado no auditório Víctor Villegas, também marcou a oficialização de Bruno Senna e do indiano Karun Chandhok como pilotos do time, estreante na categoria. Os dois correram juntos em 2008, quando o brasileiro conquistou o vice-campeonato da Fórmula GP2 pela iSport.

O carro, produzido pela fábrica italiana Dallara, tem pintura predominantemente cinza, com detalhes em prata, laranja e vermelho. A carenagem tem poucos patrocinadores, em sua maioria locais e pessoais de Bruno Senna. Estiveram presentes à cerimônia José Ramón Carabante, dono; Colin Kolles, chefe da equipe; Ramón Valcárcel, presidente da Comundiade de Murcia; e Carlos Gracia, presidente da Real Federação Espanhola de Automobilismo (RFEA).

- Este será o primeiro ano meu e da equipe na Fórmula 1. Mas vejo que o clima está legal e poderei me concentrar 100% na pista. Até me sinto meio que um veterano, já que vi o carro pela primeira vez em novembro e depois fiz os ajustes do banco. Ele tem umas idéias legais. Mas, claro, temos um longo trabalho pela frente, uma vez que não participamos dos testes de inverno na Espanha. Continuo com a expectativa inicial. Acredito que uma meta realista será brigar para ser a melhor das pequenas e tentar terminar sempre que possível na zona de pontos - diz Senna, por meio de sua assessoria de imprensa.

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