Bamor quer invadir campo para estádio ser interditado
Sábado, 26/07/2008 - 12:20
e a diretoria do Vitória ''ainda pensa'' na possibilidade de emprestar o Barradão para o Bahia, é melhor desistir de vez. A torcida tricolor, que no final da Série C do ano passado proporcionou aquelas cenas de vandalismo mostradas para o mundo (fotos ao lado), com invasão do gramado da Fonte Nova e depredação do patrimônio, está disposta a repetir o gesto mais uma vez, agora no Jóia da Princesa.
Ontem, após o jogo em Feira de Santana, os torcedores comandados pela Bamor, na ameaça ao técnico Artuzinho, foram categóricos:
"Vamos invadir o gramado com o objetivo de promover a interdição do estádio e levar os jogos do clube para outra praça", prometeu Jorge Santana, presidente da Bamor.
A entrevista do torcedor foi divulgada por emissoras de rádio e publicada no Portal UOL.
Portanto, que a diretoria do Vitória fique de olhos bem abertos e mande para o espaço de uma vez as pressões provenientes do Governo do Estado e da mídia para que o rival jogue em seu estádio. A possibilidade de invasão do campo do Barradão, também, sempre é mais que possível. E, neste caso, o proprietário do equipamento seria também punido.
Com a fraca campanha que o tricolor faz na Segundona, está aumentando a revolta dos torcedores, cada vez mais inconformados com as atuações do time.
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Exclusivo: Vitória diz "Não" ao governo sobre Barradão
• Por Redação do Jornal da Mídia
Sexta-feira, 18/07/2008 - 11:28
O Vitória não vai ceder o Barradão ao Bahia. Apesar das pressões do Governo do Estado, feitas através do chefe da Casa Civil e ex-presidente do Bahia, Fernando Schmidt, e de parte da mídia, a diretoria rubro-negra já decidiu que o Estádio Manoel Barradas, definitivamente, não abrigará os jogos do Bahia na segunda divisão do Brasileiro 2008. O tricolor só vai jogar lá como visitante, em 2009.
Consultados pela diretoria, os conselheiros do Vitória, quase que por unanimidade, reagiram contra a proposta do Governo do Estado. E a torcida rubro-negra, que na quarta-feira fez diversos protestos durante o jogo, com faixas e gritando "Tricolor no Barradão não", encheu as caixas de e-mails dos dirigentes do Vitória fazendo críticas a um possível acordo. Em pesquisa, 91% dos torcedores se posicionaram contra à idéia.
O presidente do Vitória S.A., Jorginho Sampaio, confessa que a pressão favorável a um acordo "é imensa" e que o clube quer sepultar a idéia definitivamente. "Temos que focar nossas ações no Campeonato Brasileiro, que é uma competição difícilima", disse Sampaio.
O governo estadual só aceita fazer obras no entorno do Barradão e nada dentro do equipamento. Quer dizer, benefício para o patrimônio do clube, nenhum. No Estádio de Pituaçu, onde o Bahia mandará seus jogos quando for inaugurado (não existe mais data prevista), o governo está investindo R$ 30 milhões.
Além das pressões da área governamental, um outro fator que deixou a diretoria rubro-negra muito chateada e que contribuiu muito para o "Não". A tabela de jogos da CBF foi ingratíssima com o Vitória. O clube vai fazer a maioria absoluta dos seus jogos às quartas-feiras à noite, o que limitará em muito a presença do torcedor no Barradão.
A tabela de jogos da CBF foi toda produzida pelo diretor Técnico da entidade, Virgílio Elísio da Costa Neto, que é conselheiro do Bahia. Foi Virgílio, aliás, que mobilizou o chefe da Casa Civil e seu amigo Fernando Schmidt para desencadear as pressões à diretoria do Vitória.
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'Cala boca' para o Vitória deixar o Bahia usar o Barradão
Segunda-feira, 14/07/2008 - 18:40
O Bahia sempre mamou nas tetas do governo e pelo visto vai continuar mamando. Que mame no governo, mas não no Vitória.
Estão encontrando uma maneira de dar "um cala boca" ao Vitória. Em troca de deixar o Bahia jogar no Barradão, o governo estadual está prometendo uma ''série de obras'' visando a melhoria da infra-estrutura do estádio - ou melhor, do estádio não, das áreas do entorno do equipamento, no bairro de Canabrava. Uma piada.
Logo o Barradão, que os tricolores tanto humilharam, ridicularizaram e menosprezaram durante anos. Os rubro-negros jamais vão engolir. Recentemente, neste blog, foi publicado o artigo com o título "O Barradão jamais pode ser cedido ao Bahia", que merece ser lido pela cúpula do governo. Clique aqui.
Como as obras de reforma e ampliação do Estádio de Pituaçu não vão estar concluídas antes do final de outubro, o governo quer ''encontrar uma solução'' para aliviar a grave crise financeira do Bahia e parece que achou no Vitória a saída ''mais lógica''.
Como se o rubro-negro tivesse que resolver agora um problema que não é dele!
Numa reunião realizada nesta segunda-feira (14) com os dirigentes do Vitória, o chefe-de-gabinete do governador Jaques Wagner, Fernando Schmidt, e o secretário de Relações Institucionais, Rui Costa, prometeram ''realizar intervenções num espaço privado, desde que o investimento não seja direcionado à entidade privada e exista interesse público envolvido''.
A proposta foi lançada pelo governo. “É uma situação clara de investimento com interesse público. E o governo pode fazer isso diretamente ou através de parcerias”, explicou Schimidt, que já foi presidente do Bahia e profundo conhecedor dos métodos ultrapassados utilizados no clube por dirigentes como Paulo Maracajá, que acabaram por levar o tricolor à situação vexatória em que se encontra.
Schmidt, aliás, caiu no Bahia pelas mãos de Maracajá e do falecido Osório Villas-Boas. Mais que ninguém sabe, portanto, que não é o Vitória que vai salvar o Bahia ou ajudar o governo nesta questão. Este grupo que se apoderou e que não sai do Bahia, que não merece nenhum crédito da própria torcida tricolor, não pode ter a solidariedade de ninguém. Nem da imensa torcida do Bahia, nem do governo e muito menos do Vitória.
As pesquisas feitas pelo próprio Vitória nunca deixaram qualquer dúvida: 91% dos torcedores rubro-negros são contra o uso do estádio pelo Bahia. Se os dirigentes do clube acham que podem reverter esta quase unanimidade com as promessas de obras, estão enganados. A torcida rubro-negra também tem instrumentos para demonstrar o seu descontentamento e uma delas é não ir ao estádio. Além disso, expor o patrimônio rubro-negro a ações de vandalismo como as que aconteceram na Fonte Nova, é um sério perigo que corre a diretoria do Vitória.
Nossa posição em relação à questão de ceder ou não o Barrdão sempre foi clara. O Jornal da Mídia entende, também, que o Vitória é uma entidade privada. Cabe ao clube buscar alternativas para captar recursos visando a realização de obras de infra-estrutura em seu estádio. Esta não é, em hipótese alguma, uma tarefa do governo, que tem inúmeros outros problemas para se preocupar. Questões infinitivamente mais importantes que ajudar o Bahia, o Vitória, ou ao futebol como um todo. O governo tem que direcionar seus investimestos para áreas essenciais como segurança pública, educação e saúde.
Os bairros de Canabrava, Pau da Lima e São Marcos, todos no entorno do Barradão, precisam, sim, e devem contar com intervenções fortes do governo Wagner visando a melhoria da qualidade de vida de seus milhares de moradores. Esses bairros cresceram - e muito - com a consolidação do equipamento rubro-negro, mas as intervenções necessárias não podem acontecer em troca de um favor do Vitória ou coisa parecida. Seria um absurdo.
O Governo da Bahia já fez até demais quando decidiu recuperar o Estádio de Pituaçu. Passou até dos limites, diga-se de passagem. E não é o governo e muito menos o Vitória o responsável pela crise tricolor. A crise é fruto da incompetência, da falta de planejamento e da irresponsabilidade do grupo que comanda e que vai continuar mandando no Bahia, liderado por Paulo Maracajá.
O Bahia sempre teve a Fonte Nova e jamais se preocupou com o seu futuro. Nunca pensou sequer em fazer uma campanha educativa junto aos seus torcedores visando a preservação do equipamento. As cenas de vandalismo se sucederam no velho estádio, como as de novembro do ano passado, mostradas para o mundo todo pelos canais internacionais de TV.
O Bahia, na verdade, sempre mamou nas tetas do governo e pelo visto quer e vai continuar mamando.
Que mame no governo, então. Mas no Vitória, não.
Leia também: Caso Barradão: um tiro no pé do governo.
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Vídeo de juiz de futebol bêbado é sucesso no YouTube
Sábado, 12/07/2008 - 10:25
O árbitro Sergej Shmlik foi flagrado apitando bêbado uma partida na Bielorrússia. O vídeo faz sucesso no site "Youtube", mas o vacilo poderá custar caro ao juiz: a suspensão definitiva do futebol.
O problema aconteceu no empate em 1 a 1 entre Naftan e Vitebsk, no último fim de semana. Visivelmente torto, Sergej teve que ser retirado de campo no segundo tempo.
Após a partida, o árbitro alegou ter tido um problema na coluna. Porém, a Federação da Bielorrússia afirmou que o juiz estava bêbado e deverá anunciar na próxima terça-feira a punição ao árbitro. A imprensa local acredita que Sergej será banido do futebol.
O juiz foi submetido a um exame de sangue ainda no estádio, que apontou 2,6 mg de álcool por litro de sangue, o equivalente a dez doses de 40 ml de vódca.
Sergej Shmlik é um dos árbitros mais conceituados da Bielorrússia. O ponto alto de sua carreira foi apitar um amistoso da Inglaterra em Wembley, em 1999, contra Luxemburgo.
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Marcinho, Bruno e Tardelli serão multados em 20%
Sexta-feira, 11/07/2008 - 17:11
Do Globoesporte:
Após o treino desta sexta-feira, os dirigentes do Flamengo tentaram colocar um ponto final na confusão envolvendo os jogadores Marcinho, Bruno, Diego Tardelli e Paulo Victor com garotas de programa em Belo Horizonte. O vice-presidente de futebol do clube, Kléber Leite, informou que os atletas serão punidos em 20% do salário. Paulo Victor escapou da punição porque não estava viajando com a delegação e não deixou de ir aos treinos. O dirigente disse que o sentimento foi de traição e garantiu que nada parecido voltará a ocorrer. A partir da agora, os atletas não serão mais liberados para visitarem os parentes.
- Nosso sentimento foi de traição. Eles pediram para serem liberado para verem os familiares. Serão multados em 20% dos vencimentos. Sentimos o arrependimento nos jogadores. O Paulo Victor não será multado porque treinou no dia e no dia seguinte, não estava concentrado. É isso, pedimos desculpas aos torcedores por tudo o que aconteceu. Acreditamos que tudo está contornado. Os atletas sabem que o que fizeram foi errado. Não vai mais haver liberação de jogadores em viagens. Aqui nunca houve problema disciplinar, aqui não é uma orgia. Há um profundo respeito de todos, isso nunca mais vai acontecer - diz.
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Prostitutas acusam Marcinho, do Flamengo, de agressão
Duas garotas de programa registraram queixa de agressão contra o jogador Marcinho, do Flamengo. O caso teria ocorrido durante uma festa em um sítio em Ribeirão das Neves (MG), na noite desta quarta-feira (9). O caso foi registrado na Delegacia Especializada da Mulher, do Idoso e Deficiente de Belo Horizonte na manhã desta quinta-feira (10).essoria de imprensa do Flamengo informou que o clube não vai se pronunciar sobre o caso e que os jogadores estavam de folga. O clube, ainda segundo a assessoria, não recebeu notificação sobre o ocorrido.
Segundo reportagem da Rádio CBN, as jovens, com idades entre 22 e 26 anos, relataram à Polícia Civil mineira que, há uma semana, o goleiro do Flamengo, Bruno, teria combinado uma festa em um sítio para logo depois do jogo entre Atlético-MG e Flamengo, que terminou com um empate em 1 a 1, nesta quarta-feira, em Belo Horizonte. A partida foi válida pelo Campeonato Brasileiro, liderado pelo time rubro-negro.
Os atacantes Marcinho e Diego Tardelli, o goleiro Bruno e o goleiro reserva Paulo Victor, todos do Flamengo, teriam chegado ao local combinado, por volta de 2h desta quinta-feira. Segundo a CBN, eles pagaram o preço previamente acertado de R$ 3.600 para oito garotas de programa, mas, no total, havia 15 mulheres no sítio. Segundo a polícia, as mulheres informaram que o sítio seria do jogador Bruno.
Segundo informações da Polícia Civil de Minas Gerais, duas mulheres fizeram uma representação contra o jogador Marcinho. Segundo uma delas, o jogador teria tentado manter relação sexual sem preservativo.
Ainda segundo a Polícia Civil, o jogador teria tentado um segundo contato sexual, também sem preservativo, e houve uma nova recusa por parte dela. Neste momento, de acordo com informações da vítima à polícia, a garota foi agredida. Uma colega dela disse que tentou evitar a agressão e também acabou machucada.