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Um imitador de Carlinhos Cachoeira teria armado uma arapuca para um aspone tupiniquim.
Em troca de um favor, entregou uma mala preta bem recheada ao dito cujo, mas tratou de gravar em vídeo toda a transação para manter o sujeito e seus associados com rédeas curtas.
A mala era preta, mas não estava cheia de petróleo. Caso estivesse, poderia provocar um desastre ecológico se a embarcação que os transportou para Salvador, procedente de Bom Despacho, na Ilha de Itaparica, afundasse na Baía de Todos os Santos. O que a mala tinha era um monte de notas com garoupas estilizadas.
Para quem não sabe, garoupa é um peixe que dá nome a um campo da Petrobras na Bacia de Campos.
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