Eu sabia que a baiana Rita Batista não ia comer reggae da deslumbrada Adriana Galisteu. E já no primeiro programa de hoje, segunda-feira 9, na Band, às 15h30, deu pra perceber que as duas não vão prosperar nesse programa, terminando como mais uma edição banalizada de Fogo das Vaidades.
Sim, isto porque cada uma quer aparecer mais que a outra, tomar espaço e o público vai terminar entediado, mudando de canal. Hoje, Rita Batista disse alto e bom som que é jornalista FORMADA e que segue o manual do bom jornalismo de ouvir as duas partes evindeciadas numa notícia. Galisteu fez de conta que não ouviu.
Outra coisa: o programa é uma montanha de futilidades baratas, tentando desvendar e vasculhar a vida privada de artistas e famosos, um leque batido e que não tem mais caldo para ser extraído. Um fato confidencial sobre a vida de celebridades só prospera quando chega ao pé do ouvido, como segredo de estado, ao contrário do Muito que faz estardalhaço barato em cima de pessoas mediocres cuja privacidade não interessa a ninguém.