Jornal da Mídia - Notícias em Cima da Hora  

CapaClassificados Recomende o JM Fale ConoscoAnuncie Aqui
Terça-feira, 22 de Maio de 2012    H
Publique nosso noticiário em seu site como se ele fosse seu. É grátis e fácil!!!











Um produto da
Texto Pronto Comunicação

:: Mundo ::
América do Sul
Senado do Uruguai aprova fim da Lei da Anistia
  • Agência Brasil
  • Quarta-feira, 13/04/2011 - 08:26

    Montevidéu - O Senado do Uruguai aprovou ontem (12) à noite o projeto de lei que anula a Lei de Anistia do país. A medida poderá abrir caminho para o julgamento de policiais acusados de crimes na ditadura militar, entre 1973 e 1985. Agora o texto será enviado à Câmara e, em seguida, ao presidente uruguaio, José Pepe Mujica, que foi perseguido pelo regime militar.

    Depois de mais de 12 horas de debates, a votação terminou quase empatada, com 16 votos a favor da anulação e 15 votos contrários. Os senadores aprovaram especificamente quatro artigos da chamada Lei da Caducidad, sob argumento de que "violam a constituição e carecem de valor jurídico".

    As mudanças afetam os militares que ainda não respondem a processo judicial, segundo afirmaram parlamentares da base governista e da oposição. O resultado foi comemorado no plenário da Casa.

    "Vai ser aberta uma discussão jurídica sobre essa medida a partir de agora", disse o senador da oposição e ex-presidente, Luis Alberto Lacalle.

    O senador Rafael Michelini, que apoiou o fim da lei de anistia, afirmou que "hoje [ontem] é um dia histórico". O texto deverá ser enviado à Câmara dos Deputados, e a expectativa é que caberá ao presidente Mujica sancionar ou rejeitar a medida do legislativo.

    Mujica era guerrilheiro quando foi preso, inclusive em regime de prisão solitária, nos anos da ditadura uruguaia. A votação ontem contou com apoio de grande parte da base governista, mas gerou questionamentos entre alguns parlamentares do bloco.

    A chamada Lei de Caducidad entrou em vigor em 1986 e foi submetida a dois plebiscitos populares – em 1989 e em 2009 – que a mantiveram em vigor. Mas recentemente a lei tem sido alvo de ataques.

    Na segunda-feira (11), um dia antes da votação, militares da reserva e da ativa divulgaram um comunicado assinado por 1,2 mil deles, anunciando que entrarão com ação contra o Estado nos tribunais internacionais – a Corte Interamericana de Direitos Humanos e a Corte de Haia.

    Em sua argumentação, os processos de "lesa-humanidade" são "arbitrários e irregulares". Alguns dos acusados daqueles crimes encontram-se presos, como o ex-presidente do país, Juan Maria Bordaberry, que cumpre prisão domiciliar.

    | Próxima Notícia >>


    Leia Também


    JM EXPRESS - Receba gratuitamente nosso boletim diário via email
    Primeiro Nome:
    Profissão:
    E-Mail:
    Assinar  
    Cancelar  
    Confirme o cadastramento respondendo ao email que você receberá.

    << Voltar Voltar   Recomende o JM Recomendar o JM   Imprimir Página Imprimir Página  


    BLOG DO JM

    ALÔ BAHIA

    :: Plantão
    (07:10) Diretor da Agerba que estava 'travando' agência foi exonerado


    :: Enquete
    A enquete está temporariamente fora do ar para manutenção.
    Desculpe-nos pelo transtorno.

    Esta enquete não tem valor científico e não representa a opinião do Jornal da Mídia


    CapaClassificados Recomende o JM Fale ConoscoAnuncie Aqui

    Copyright 2001-2011 Jornal da Mídia. Todos os direitos reservados.