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Berlim – A chanceler alemã Angela Merkel admitiu reduzir os impostos para combater a crise econômica, solução que tinha recusado anteriomente, após negociações com o partido de sua coligação, a União Social-Cristã (CSU) da Bavária.
A reunião entre os principais responsáveis da União Democrata-Cristã (CDU), o partido de Merkel, e o seu aliado bávaro, que conseguiu assim impor a sua proposta de benefícios fiscais, durou mais de seis horas, e terminou nas primeiras horas desta segunda-feira.
Os secretários-gerais da CDU e da CSU, Ronald Pofalla e Karl-Theodor zu Guttenberg, anunciaram após o encontro que os democratas-cristão irão propor o aumento dos rendimentos não sujeitos a impostos de 7,664 mil euros para 8 mil euros (R$ 25,52 mil no câmbio atual).
Além disso, querem alterar o escalonamento de impostos, de forma que os salários mais baixos sejam sujeitos a uma tributação menor.
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