Jornal da Mídia - Notícias em Cima da Hora  

CapaClassificadosEmpregosMural OnlineRecomende o JM Fale ConoscoAnuncie Aqui
Segunda-feira, 1 de Dezembro de 2008    H
Publique nosso noticiário em seu site como se ele fosse seu. É grátis e fácil!!!













Um produto da
Texto Pronto Comunicação

Publicação produzida com o sistema JornalFácil da
PBP Interativa

:: Mundo ::
Opinião
Representante da ONU defende democratização do Conselho de Segurança
  • Sabrina Craide, Enviada Especial da Agência Brasil
  • Terça-feira, 30/09/2008 - 07:41

    Nova York (EUA) - O presidente da Assembléia-Geral da Organização das Nações Unidas, Miguel D’Escoto, defendeu a necessidade de democratizar a organização, especialmente com a reforma do Conselho de Segurança, que, segundo ele, será o tema central da ONU nos próximos meses. Ele também defendeu a democratização das instituições financeiras internacionais.

    “Se não temos regras democráticas nas Nações Unidas, como podemos cobrar isso do resto do mundo?”, questionou, ao encerrar os debates da 63ª sessão da Assembléia-Geral. Durante o encontro, que começou na última terça-feira (23), 111 chefes de Estado estiveram na sede das Nações Unidas, em Nova York.

    D`Escoto lembrou que o debate ocorreu em um momento importante, quando o mundo todo discute soluções para a crise financeira mundial. Para ele, o problema é um reflexo do egoísmo da cultura atual.

    O presidente reconheceu a gravidade da turbulência financeira e disse que ela está refletida principalmente na crise de alimentos. “É espantoso que, depois de 63 anos, ainda enfrentamos o fato de que centenas de milhares de pessoas sofrem de fome e desnutrição. Isso é loucura, e reflete o quanto nossas prioridades caíram”.

    O secretário-adjunto da ONU, Robert Orr, disse hoje que o foco principal do debate foram os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio e destacou o aporte de US$ 16 bilhões para cumprir as metas.

    Orr também destacou os compromissos firmados para o combate à malária, que deverá receber investimentos de US$ 3 bilhões. Segundo ele, as ações de governos, empresas e sociedade civil vão possibilitar que as mortes pela doença, estimadas em 1 milhão por ano, possam ser eliminadas até 2015.

    “Há seis meses, foi considerado uma fantasia quando o secretário-geral disse que era preciso acabar com as mortes por malária até 2015. Agora, com os compromissos firmados e com os novos recursos que estão sendo empregados, isso não é mais considerado uma fantasia, mas algo possível", disse.


    | Próxima Notícia >>

    Leia Também


    JM EXPRESS - Receba gratuitamente nosso boletim diário via email
    Primeiro Nome:
    Profissão:
    E-Mail:
    Assinar  
    Cancelar  
    Confirme o cadastramento respondendo ao email que você receberá.

    << Voltar Voltar   Recomende o JM Recomendar o JM   Imprimir Página Imprimir Página  


    BLOG DO JM

    ALÔ BAHIA

    :: Plantão
    (17:39) Com metas, desmatamento pode cair 70%, calcula Minc
    (17:32) Quadro clínico de José Alencar evolui de forma satisfatória
    (17:27) Fiesp inicia campanha para construção de 5 mil casas em SC
    (17:22) Cidadãos dizem ter esperança na Justiça
    (17:17) Cesta básica sobe menos em novembro e registra deflação em algumas capitais


    :: Enquete
    A enquete está temporariamente fora do ar para manutenção.
    Desculpe-nos pelo transtorno.

    Esta enquete não tem valor científico e não representa a opinião do Jornal da Mídia


    CapaClassificadosMural OnlineRecomende o JM Fale ConoscoAnuncie Aqui

    Copyright 2001-2007 Jornal da Mídia. Todos os direitos reservados.